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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

APOS (Assoc. Aposentados CPqD) divulga desempenho dos planos Sistel em outubro de 2018





Prezados Associados,
Seguem abaixo os quadros com informações sobre o desempenho dos planos SISTEL referentes ao mês de outubro de 2018.
Todas as informações dos quadros foram extraídas dos relatórios Sistel de cada plano.

Para cada mês, a principal informação do primeiro quadro é a rentabilidade dos planos: quanto cada um deles rendeu percentualmente no mês e no ano civil corrente; seu desempenho frente à meta estabelecida pela Sistel; e o seu índice de cobertura, isto é, um indicador de quanto os recursos disponíveis são capazes de cobrir a projeção matemática das obrigações para com os participantes.

O segundo quadro trata principalmente do volume de recursos dos planos, isto é, seu patrimônio social, bem como de outros valores importantes tais como as sobras acumuladas (patrimônio do fundo menos as provisões) e os fundos previdenciais (fundos para cobrir riscos ou flutuações extraordinárias nos compromissos dos planos).

O terceiro quadro dá um panorama sobre a população de participantes de cada plano – ativos, assistidos e pensionistas.
A Diretoria da APOS

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Fonte: Diretoria APOS (19/12/2018)

sábado, 1 de dezembro de 2018

Sistel: Com resultados de outubro, todos planos, exceto InovaPrev, superam meta atuarial do ano. PAMA rende 44% acima de sua meta neste ano. PBS-CPqD e CPqDPrev têm rendimento acumulado de 9,5%


Os 3 planos exclusivos do CPqD e suas coligadas (PBS-CPqD, CPqDPrev e InovaPrev) tiveram um rendimento no mês de outubro de 1,2%, enquanto a meta mensal deles (INPC + 4,38% aa) era de 0,8%.

No acumulado no ano, até o final de outubro, PBS-CPqD e CPqDPrev tiveram uma rentabilidade de 9,5% (meta de 7,3%), enquanto o InovaPrev teve um rendimento acumulado de 6,9%, abaixo da meta de 7,3%.

CPqDPrev e PBS-CPqD tiveram um rendimento nesse ano 30% superior a sua meta, enquanto o InovaPrev ficou 5% abaixo da meta até outubro.

Os planos PBS-A e PAMA tiveram um rendimento em outubro de 1,1%, quando a meta era de 0,8% e 0,7%, respectivamente. No acumulado do ano os rendimentos ficaram, respectivamente, 20% e 44% acima da meta.

Chama a atenção a defasagem de 44% entre o que foi previsto como meta para o plano previdenciário PAMA e seu rendimento obtido até outubro deste ano. Uma demonstração que os valores previstos e transferidos dos superavits integrais de 2009 a 2011 e parcial de 2012 do plano PBS-A a esse plano foram além dos necessários.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Sistel: APOS informa desempenho dos planos da Sistel relativos ao CPqD em agosto de 2018. InovaPrev é o único plano que está abaixo de sua meta atuarial. PAMA pede SOS.



Prezados associados,

Seguem abaixo os quadros com informações sobre o desempenho dos planos SISTEL referente ao mês de agosto de 2018.
Todas as informações dos quadros foram extraídas dos relatórios Sistel de cada plano.

A principal informação do primeiro quadro é a rentabilidade dos planos: quanto cada um deles rendeu percentualmente no mês e no ano civil corrente; seu desempenho frente à meta estabelecida pela Sistel; e o seu índice de cobertura, isto é, um indicador de quanto os recursos disponíveis são capazes de cobrir a projeção matemática das obrigações para com os participantes.

O segundo quadro dá um panorama sobre a população de participantes de cada plano – ativos, assistidos e pensionistas.

O terceiro quadro trata principalmente do volume de recursos dos planos, isto é, seu patrimônio social, bem como de outros valores importantes tais como as sobras acumuladas (patrimônio do fundo menos as provisões) e os fundos previdenciais (fundos para cobrir riscos ou flutuações extraordinárias nos compromissos dos planos).


A Diretoria da APOS (04/10/2018)

Nota da Redação: Em agosto o plano InovaPrev (exclusivo da Fundação CPqD e empresas coligadas) seguiu abaixo de sua meta atuarial, rendeu somente 0,20% enquanto os outros planos previdenciários da Sistel renderam 0,60% naquele mês. A meta naquele mês era alcançar 0,40% de rentabilidade.

Com isso, a razão da rentabilidade sobre sua meta atuarial neste ano alcançou 83,5%  (deveria alcançar, no mínimo 100%). 
Por ser um plano de contribuição definida - CD, em que não há déficit no plano, esse resultado negativo implica numa redução dos benefícios projetados e atuais, através de um valor menor que o esperado de sua cota, fato que prejudica todos participantes ativos e assistidos, mas não as patrocinadoras. Mais detalhes nessa postagem.

Por outro lado, a debandada de usuários do PAMA segue a todo vapor. Somente em julho e agosto foram 164 usuários que tiveram seus planos assistenciais cancelados contra suas vontade. 
Enquanto isso, conselheiros e diretoria executiva da Sistel seguem discutindo e nunca chegam a um acordo sobre a necessária redução urgente das coparticipações, motivo principal de tamanho cancelamento. 
Impressiona muito (talvez não a todos) ver um plano de saúde como o PAMA capitalizar-se mensalmente rendendo no mercado financeiro quase 3 vezes acima de sua meta e ao mesmo tempo observar idosos carentes de saúde sendo obrigados a abandonar sua última tábua de salvação. 
Até quando Sistel?

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Planos CPqD: Comparativo exclusivo entre planos CPqDPrev e InovaPrev mostram defasagem acentuada entre rendimentos


No dia 3 de fevereiro de 2014 foi lançado oficialmente pela Sistel o plano InovaPrev, na modalidade CD (Contribuição Definida), com patrocínio da Fundação CPqD e suas empresas coligadas.

Com o lançamento deste plano, seu antecessor, o CPqDPrev, na modalidade CV (Contribuição Variável), foi imediatamente fechado a novos ingressantes.
Naquela ocasião 885 participantes ativos e 12 assistidos, suficientemente informados, optaram por migrar do CPqDPrev ao InovaPrev, mesmo conscientes que o novo plano não possuía benefícios vitalícios e que esses eram apenas vinculados a uma conta individual, com prazo para se esgotar após seu início de utilização. Hoje o InovaPrev pouco cresceu, contando com 921 participantes e 32 assistidos.

A diferença fundamental entre os dois planos reside na fase de gozo do benefício (aposentadoria), onde no CPqDPrev o valor deste benefício, na data de sua solicitação, é fixado, definido (como nos antigos planos PBS) e reajustado anualmente pelo INPC, independente de valorização futura das cotas do plano e calculado somente em função de sua reserva individual e de forma vitalícia. Na eventualidade de déficit no plano (nunca ainda ocorrido), as patrocinadoras do CPqDPrev e os participantes ativos deveriam arcar com esse e, dependendo da situação de ingresso neste plano, alguns participantes assistidos também.
Já no InovaPrev a fase de participante ativo é idêntica ao do CPqDPrev (a menos da escolha do perfil de investimento do participante ativo que, apesar de prometido no seu lançamento, nunca chegou a ser implantado pela Sistel), no que se refere a fase de acumulação cotas do plano, tanto as provenientes de contribuições da patrocinadora, como as do participante, enquanto que na fase de gozo do benefício (que não é mais definido, mas variável em função do valor das cotas do plano), o total de cotas acumuladas em conta individual tem seu início de percepção dado através das opções do assistido, Prazo ou Valor determinado de uso das cotas, sem qualquer risco de superávits ou déficits no plano com possíveis coberturas por parte da patrocinadora, até que as cotas da conta individual se esgotem, independentemente de quantos anos o assistido viverá.

Desde a implantação do InovaPrev e devido ao perfil desses participantes (plano aberto a novos entrantes e sempre mais jovens) e a aceitação de possíveis riscos (assumidos exclusivamente pelos participantes), era previsto que os investimentos deste plano trariam melhor rentabilidade que do CPqDPrev. Porem não é isso que vimos nos últimos anos, principalmente nos últimos meses em que o rendimento do InovaPrev não tem alcançado nem mesmo sua meta atuarial (INPC + 4,38% aa). Neste ano, até agosto, o rendimento do InovaPrev foi de 4,8% enquanto a meta atuarial de todos planos previdenciários da Sistel neste período foi de 5,8%. 
Somente para efeito de comparação, no mesmo período acima, o CPqDPrev teve um rendimento de 7,4%, superior a 2,5% do InovaPrev, o que não é desprezível.

Se tomarmos em consideração o período de 4,5 anos, desde o lançamento do InovaPrev até o final de agosto deste ano, observamos que o CPqDPrev rendeu 65,05%, enquanto o InovaPrev rendeu 57,05%, ou seja, o rendimento do CPqDPrev ficou  5,1% acima (8 pontos percentuais a mais) do InovaPrev, uma diferença superior a todo rendimento obtido pelo InovaPrev neste ano.

Não é a toa que vários dos 28 aposentados do InovaPrev estão acelerando sua saída do plano através da solicitação de benefícios em cotas cada vez mais próximos ao limite permitido, como forma de limpar suas reservas do plano o mais breve possível. 
Desta forma cria-se um perigoso ciclo vicioso em que quanto maior as solicitações no valor do benefício, menor o volume de reservas remanescentes a investir e menor as chances de obter-se melhores rendimentos a longo prazo.

Apenas mais uma constatação daquilo que vimos defendendo neste blog desde o lançamento do InovaPrev em fevereiro de 2014, de que os novos planos de previdência fechada na modalidade Contribuição Definida - CD (contribuição individual define o benefício em cotas a receber no futuro, sempre de valor variável em função das cotas e consequentemente da situação econômica do país), independentemente da entidade que os gerencie, são sempre bons para as patrocinadoras e não tão bons aos participantes, pelo menos até que a economia volte a sorrir.


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Sistel: Resultado do plano CPqDPrev nos 8 primeiros meses de 2018 fica acima de todos indicadores


O plano CPqDPrev gerido pela Fundação Sistel rendeu 7,4% nos oito primeiros meses deste ano.

Para efeito de comparação com o mercado, no mesmo período, o IBOVESPA, índice médio da Bolsa de Valores, rendeu 0,4%. A meta atuarial do plano (INPC + 4,38%) ficou em 5,4% e o CDI e SELIC renderam 4,3% no mesmo período.

O sucesso dos rendimentos nos últimos meses devem-se ao forte investimento em renda fixa (97,4% do capital), sendo com 92% do montante em Títulos Públicos com diferentes prazos de vencimento que vão até o ano de 2055 e 5,4% em Títulos Privados. Na renda variável, somente 1,8% foi investido em Fundos Estruturados de multimercado, enquanto 0,7% foram concedidos em Empréstimos aos participantes do plano.

Quanto ao retorno dos investimentos acumulados nos oito primeiros meses de 2018, a renda fixa rendeu 6,9%, os fundos estruturados 38,8% e os empréstimos 6,4%, o que perfaz um rendimento nominal do plano de 7,4% nos 8 primeiros meses do ano. 

O plano CPqDPrev fechou julho com um superavit acumulado neste ano de R$ 17 milhões, representando uma folga de 11,2% sobre a reserva matemática calculada em julho, ou seja, acima da estimativa necessária para pagar-se todos benefícios até o último beneficiário.

O resultado do CPqDPrev nos 7 primeiros meses deste ano somado aos resultados dos anos anteriores já acumula uma Reserva de Contingência da ordem de R$ 65,6 milhões. Alem da Reserva de Contingência há quase R$ 69,5 milhões alocados em diversos fundos (previdenciários, administrativo e de investimento).

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Sistel: Resultado do plano CPqDPrev no 1o. semestre de 2018 fica acima da expectativa e de todos indicadores


O plano CPqDPrev gerido pela Fundação Sistel rendeu 5,1% no primeiro trimestre deste ano.

Para efeito de comparação com o mercado no primeiro semestre, o IBOVESPA, índice médio da Bolsa de Valores, rendeu 0,5%. A meta atuarial do plano (INPC + 4,38%) ficou em 4,8% e o CDI e SELIC renderam 3,2% no mesmo período.

O sucesso dos rendimentos de junho deveram-se ao forte investimento em renda fixa (97,4% do capital), sendo com 92% em Títulos Públicos com diferentes prazos de vencimento que vão até o ano de 2055 e 5,4% em Títulos Privados. Na renda variável, somente 1,7% foi investido em Fundos Estruturados de multimercado, enquanto 0,7% foram concedidos em Empréstimos aos participantes do plano.

Quanto ao retorno dos investimentos acumulados no primeiro semestre, a renda fixa rendeu 4,9%, os fundos estruturados 20,9% e os empréstimos 3,7%, o que perfaz um rendimento nominal do plano de 5,1% nos 6 primeiros meses do ano. 

O plano CPqDPrev fechou o semestre com um superavit de R$12,2 milhões, representando uma folga de 10,4% sobre a reserva matemática calculada em junho, ou seja, acima da estimativa necessária para pagar-se todos benefícios até o último beneficiário.

O resultado do CPqDPrev no 1o. semestre deste ano somado aos resultados dos anos anteriores já acumula uma Reserva de Contingência da ordem de R$ 61 milhões. Alem da Reserva de Contingência existe quase R$ 69 milhões alocados em diversos fundos (previdenciários, administrativo e de investimento).





terça-feira, 17 de abril de 2018

Plano de Saúde do CPqD: Assembleia com sindicalizados do SINTPq discute plano médico


Desde o anúncio da coparticipação na assistência médica do CPqD, o sindicato vem discutindo alternativas para a questão. Após conversas entre a diretoria e o departamento jurídico, o SINTPq decidiu pela convocação de uma assembleia com seus associados. Neste encontro, serão avaliadas e deliberadas as próximas ações jurídicas e/ou políticas do sindicato.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Planos CPqD : Resultados dos planos Sistel no mês de fevereiro


(clique sobre a tabela para aumentá-la)

Fevereiro foi mais um mês em que a Sistel voltou a apresentar bons resultados em todos seus planos, que mostraram-se equilibrados e até com certa folga.

Em termos de rentabilidade, todos os 5 planos analisados em fevereiro de 2018, exceto o PBS-A, ultrapassaram em muito suas respectivas metas, assim como do CDI, o que demonstra uma correta política de investimentos da Sistel. Somente o PBS-A apresentou em fevereiro um retorno de investimentos abaixo da meta e do CDI, ficando com 0,37%.

Os destaques em termos de rentabilidade ficaram por conta dos planos PBS-CPqD, com 0,83% naquele mês, e do CPqD-Prev, com 0,82%, fato que provocou tanto a elevação das sobras neste ano dos 2 planos (para R$ 1,5 milhões e cerca de R$ 53 milhões, respectivamente), como também dos fundos previdenciários do CPqD-Prev em 2,1% neste ano. O PBS-CPqD não possui fundos previdenciários. 
O plano PBS-CPqD, com apenas 29 associados, foi o único em fevereiro que não registrou alteração da sua população.

No InovaPrev verificou-se um pequeno aumento no saldo de seus fundos previdenciários, que refletem-se numa folga maior do plano (na tabela acima chamada de Sobras, apesar deste plano CD teoricamente não as possuir).

No PBS-A, apesar do baixo retorno de investimentos naquele mês, suas sobras voltaram a ultrapassar o patamar de R$ 2 bilhões (em nov17 estavam em R$ 2,3 bilhões), sendo R$ 1,3 bilhões de reserva de contingência e R$ 667 milhões de reserva especial, que é o superavit a ser distribuído oportunamente. Este crescimento das sobras deveu-se a redução de 0,2% efetuada nas provisões matemáticas do plano, possivelmente resultante da diminuição de sua população em 21 assistidos naquele mês.

No PAMA, mais uma vez comprovamos que os dados populacionais do plano divulgados pela Sistel não são muito confiáveis, pois em dezembro de 2017 houve uma redução de 86 usuários, em janeiro deste ano houve um acréscimo de 107 vidas e agora em fevereiro a população reduziu-se novamente em 96 vidas, sem qualquer explicação lógica. A Sistel necessita nos esclarecer o porquê destas variações positivas e negativas a cada mês. 
Este plano assistencial, que em fevereiro apresentou forte aumento tanto nas despesas assistenciais (passou de R$ 22 milhões em janeiro para R$ 49 milhões em fevereiro), como nas receitas assistenciais (passou de R$ 8 milhões para R$ 16 milhões), segue sustentando-se dos rendimentos de seu novo Fundo Assistencial constituído com os recursos dos superavits de 2009 a 2011 e parte de 2012 do PBS-A, que em fevereiro mantiveram-se em R$ 3,7 bilhões. As receitas financeiras do Fundo Assistencial do PAMA ficaram em R$ 63 milhões (em janeiro eram de R$ 40 milhões), numa clara demonstração que as receitas assistenciais provenientes das coparticipações de uso e contribuições mensais dos usuários (R$ 8 milhões), já poderiam estar bastante reduzidas, dando um fôlego aos participantes do plano. 
As sobras acumuladas do PAMA reduziram-se de R$ 45,9 milhões em janeiro para R$ 38,68 milhões em fevereiro devido ao aumento realizado em suas provisões matemáticas . 



quinta-feira, 12 de abril de 2018

Plano de Saúde dos aposentados CPqD: Reina a confusão por parte da Unimed e CPqD e aposentados ficam perdidos (rev 1)


Aposentados estão perdidos, sem saber qual dos boletos da Unimed devem pagar no mês de abril

A Fundação CPqD decidiu unilateralmente que haverá mudanças no plano de assistência médico hospitalar operado pela Unimed Campinas. 

O contrato anterior, que venceu no final de janeiro, foi renovado sem modificações por 3 meses com reajuste de 18%. Este contrato, desde seu início, nunca possuiu coparticipação de uso do plano e as despesas dos usuários empregados e aposentados e seus respectivos dependentes eram cobertas unicamente pela mensalidade, que até janeiro de 2018 era de R$ 360,44 / usuário (modalidade plano especial, com quarto privativo).

Para os meses de fevereiro, março e abril de 2018 as mensalidades de cada usuário foram reajustadas para R$ 424,85 (+18%), na mesma modalidade acima, e como os reajustes de fevereiro e março (2 X R$ 64,81) não foram cobrados ainda, estão o sendo no boleto de abril, juntamente com o novo valor de abril (R$ 424,85 / usuário).

Acontece que o RH do CPqD enviou uma carta ao SINTPq, APOS e a todos aposentados informando que a Unimed concederá o parcelamento em 12 vezes do reajuste das 3 mensalidade (3 X R$ 64,81 /12), mas a Unimed não seguiu aquilo que o CPqD informou e os boletos de abril chegaram aos aposentados com o novo valor de abril (R$ 424,85) acrescido do retroativo de fevereiro e março ( 2 X R$ 64,81), totalizando R$ 554,47 / usuário. 

Posteriormente a APOS, no intuito de esclarecer seus associados aposentados e depois de dialogar com o CPqD cobrando aquilo que constava em sua carta e também com a Unimed, informou que haveriam duas situações entre os aposentados:

  • os aposentados que possuíam débito automático e que receberam seus boletos de abril com os aumentos retroativos sem o parcelamento acertado, poderiam solicitar à Unimed, via email endereçado a sac_financeiro@unimedcampinas.com.br , a devolução da diferença paga a mais em abril;
  • os aposentados sem débito automático receberiam novos boletos para pagamento com o reajuste acumulado dos 3 meses parcelados em 12 vezes, com nove data de vencimento (20/4/18).
Acontece que recebemos informações de alguns aposentados que optaram pelo debito automático que eles receberam 2 boletos iguais com o mesmo valor e outros que receberam primeiramente o boleto de abril sem financiamento e posteriormente um kit contendo um carnê de parcelamento dos reajuste de 3 meses, alem do boleto de abril sem o reajuste. 

Como percebe-se reina a confusão entre os aposentados que não sabem até o momento qual dos boletos e os valores que devem ser pagos para que não corram o risco de perder seus planos de saúde.

O fato que mais chamou a atenção dos aposentados foi a razão do envio da carta do RH do CPqD a eles, inclusive mencionando o parcelamento, mesmo já sabendo que a Unimed não estava honrando o acordado. Em vez de explicar que houve um mal entendido por parte da Unimed na sua cobrança errônea, isentou-se completamente frente aos aposentados e recusou-se  a dar qualquer explicação adicional sobre o ocorrido, um fato que é verdadeiramente lamentável.

Novo plano a partir de 1o. de maio com coparticipação
Conforme já devidamente informado e por decisão unilateral da Fundação CPqD, a partir de maio deste ano empregados e aposentados do CPqD terão um novo contrato do plano de assistência médico-hospitalar com as mesmas coberturas anteriores, porem seu custeio se dará por meio de mensalidades e, adicionalmente, pela coparticipação de uso do plano.

As mensalidades serão reajustadas em 5%, tomando-se por base as mensalidades de janeiro deste ano. No exemplo da modalidade de plano acima mencionada, quem tem o Plano Especial pagará de maio de 2018 até abril de 2019 o valor mensal de R$ 378,04 / usuário, com reajuste anual baseado na sinistralidade do plano definido pela Unimed, conforme vem ocorrendo desde o início deste plano. Mesmo que não utilize o plano, este valor deverá ser pago mensalmente por cada usuário.

Adicionalmente e em troca do reajuste de 18% que a maioria dos empregados e aposentados preferiria, mas que o CPqD negou-se a bancar a partir de maio, a empresa decidiu implantar a coparticipação de uso do plano. A cada uso do plano em consultas (inclusive em pronto-socorro) e exames, mas não em internações, o usuário pagará 30% da tabela Unimed em vigor (a tabela que encontramos no site da Unimed, mas não temos certeza se é a válida no momento, está neste link). Haverá um teto mensal por usuário no pagamento da coparticipação no valor de R$ 260,00. Os empregados e aposentados desconhecem por completo a periodicidade desta tabela e por qual índice a mesma será reajustada. Estas informações não foram passadas até hoje nem pelo CPqD, nem pela Unimed.

Apesar do CPqD ter alegado conhecidos problemas financeiros para não bancar sua parte (relativa aos ativos) no reajuste anual de 18% do plano sem a coparticipação, a empresa estranhamente decidiu assumir as despesas de coparticipação destes empregados por 12 meses, discriminando-os dos aposentados, que terão de pagar integralmente a coparticipação de 30% desde maio deste ano. Mais uma demonstração de desdém pelos seus ex-funcionários, hoje aposentados, que tanto ajudaram na sua labuta, desde 1978, a elevar o nome da Fundação CPqD não só no Brasil, como em todo o mundo.


quinta-feira, 15 de março de 2018

Sistel: Resultados de janeiro de 2018 dos 5 planos Sistel utilizados no CPqD e Padtec


Resultados de todos planos foi acima da expectativa

clique sobre a tabela para ampliá-la

Mais uma vez a Sistel voltou a apresentar bons resultados e todos seus planos mostraram-se equilibrados, até com certa folga.

Em termos de rentabilidade, todos os 5 planos, em janeiro de 2018, ultrapassaram em muito suas respectivas metas, assim como o CDI, o que demonstra uma correta política de investimentos.

O destaque em termos de rentabilidade ficou por conta do InovaPrev, com 1,19% naquele mês.

Todas as sobras dos 5 planos voltaram a crescer consideravelmente no início deste ano.

A valorização acumulada do InovaPrev, desde sua criação, em fevereiro de 2014, ficou em 51,47%, enquanto do CPqDPrev, no mesmo período ficou em 55,39%.

No PBS-A as sobras quase voltaram a atingir o patamar de R$ 2 bilhões (em nov17 estavam em R$ 2,3 bilhões), sendo R$ 1,3 bilhões de reserva de contingência e R$ 657 milhões de reserva especial, que é o superavit a ser distribuído oportunamente.

No PAMA, mais uma vez, houve uma movimentação grande no número de usuários, pois 107 vidas foram acrescidas à população do plano. Fica difícil entender e a Sistel necessita nos esclarecer, porque em dezembro houve a saída de 86 usuários e em janeiro o ingresso de 107 usuários. 
Este plano assistencial, que teve em janeiro despesas da ordem de R$ 22 milhões e receitas assistenciais de R$ 8 milhões, segue sustentando-se dos rendimentos de seu novo Fundo Assistencial constituído com os recursos dos superavits de 2009 a 2011 e parte de 2012 do PBS-A, que em janeiro totalizavam R$ 3,7 bilhões. Somente a receita financeira de janeiro do PAMA ficou em R$ 40 milhões, numa demonstração clara que as receitas assistenciais provenientes das coparticipações de uso e contribuições mensais dos usuários (R$ 8 milhões), já poderiam estar bastante reduzidas, dando um fôlego aos participantes do plano. 
As sobras acumuladas do PAMA alcançaram R$ 45,9 milhões. 

O plano PBS-CPqD, com apenas 29 associados, foi o único em janeiro que não registrou alteração da sua população.


quinta-feira, 1 de março de 2018

Sistel: Resultados finais de dezembro e do ano de 2017 dos 5 planos Sistel utilizados no CPqD



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Todos planos encerraram o ano de 2017 equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras), porem em dezembro estes resultados apresentaram uma redução em relação a novembro.


Conforme já informado, em dezembro as taxas de juros atuariais de todos planos, exceto PAMA e InovaPrev, foram modificadas. CPqDPrev e PBS-A tiveram uma ligeira elevação para 4,38% aa., enquanto o PBS-CPqD teve uma redução acentuada de 5% para 4,38% aa., tornando-o mais possível de atingir suas metas nos próximos meses.

Em relação aos valores dos benefícios a conceder futuramente aos atuais participantes ativos, o único plano a ser afetado com a alteração da taxa atuarial é o CPqDPrev, que serão um pouco mais elevados. O único plano que excedeu o rendimento do CDI no ano de 2017 foi o InovaPrev, que apresentou o melhor desempenho naquele ano.

Com a redução da taxa atuarial e os rendimentos abaixo da meta em dezembro, o plano PBS-CPqD teve suas reservas matemáticas elevadas naquele mês. Como consequência, suas sobras se reduziram.


O plano mais equilibrado em 2017 foi o PBS-A, com folga de 28% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumulou sobras de quase R$ 2 bilhões, sendo R$ 608 milhões de sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente), que são menores que de novembro. O motivo desta redução foi aumento no provisionamento de seus fundos previdenciais em dezembro.


No PAMA verificou-se no mês de dezembro um recuo nas sobras do plano (fundo assistencial), mesmo com a saída preocupante de 86 usuários do plano. Somente em 2017 foram 573 cancelamentos do plano assistencial da Sistel.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Sistel: Rentabilidade dos planos Sistel em 2017 variou entre 10,87% (InovaPrev) e 8,26% (PBS-A).


Todos os 5 planos da Sistel que têm o CPqD como patrocinador (não temos acesso aos planos exclusivos da Telebrás e Sistel) tiveram em 2017 rendimentos superiores as suas metas, o que nos traz uma certa tranquilidade, mas somente o InovaPrev obteve rentabilidade superior ao índice anual do CDI, que foi de 9,94%.

Os resultados finais de 2017 de todos os planos da Sistel não foram ainda oficialmente divulgados e só o serão após a reunião do conselho deliberativo a realizar-se na segunda quinzena de fevereiro deste ano.

Enquanto isto, publicamos abaixo as rentabilidades e metas do mês de dezembro e de 2017 de cada um dos planos. Na planilha observa-se (obs. 8) as novas taxas atuariais que entraram em vigor no mês de dezembro de 2017.
Os dados adicionais de cada plano, que constam na planilha, serão divulgados posteriormente neste blog.

clique sobre a planilha para ampliá-la


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Planos CPqD: Resultados de novembro 2017 dos planos da Sistel


clique sobre a tabela para aumentá-la

Todos planos seguem equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras) nos onze meses de 2017.

No mês de novembro somente o plano InovaPrev não apresentou rentabilidade superior a sua respectiva meta atuarial. 

O destaque negativo em rentabilidade no mês de novembro, assim como no mês anterior, ficou por conta do plano InovaPrev (0,38%), cuja meta foi de 0,54%.

Já o destaque positivo em rentabilidade em novembro ficou por conta dos planos PBS-CPqD, PAMA e CPqDPrev que superaram o CDI.

Mesmo com mau desempenho do InovaPrev em outubro e novembro, se considerarmos o acumulado do ano, o destaque seguiu com ele, que apresentou um rendimento superior a sua meta e seguiu sendo sendo o único plano que ultrapassou o CDI acumulado no ano (9,34%), com 10,14%, resultado do bom desempenho que teve até setembro deste ano.

A rentabilidade do plano InovaPrev, na modalidade CD (financeira), desde sua criação em fev14 (48,70%), segue inferior a do plano CPqDPrev (modalidade CV) neste mesmo período (52,90%).

O plano mais equilibrado segue sendo o PBS-A, com folga superior a 32% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumula neste ano sobras crescentes de R$ 2,29 bilhões e teve sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente) aumentada para R$ 933 milhões, devido ao bom rendimento de suas aplicações até o mês de setembro.

Relativo a volta das contribuições ao plano por parte de suas patrocinadoras (grupo CPqD) e auto patrocinados no mês de setembro no  InovaPrev, o plano apresentou uma redução esperada da variação da Reserva Matemática em outubro e novembro (passou de 6,3% para 4,4% neste ano), enquanto a redução dos Fundos Previdenciais passou para 11,5% neste ano, devido as baixas rentabilidades do plano nos últimos dois meses.

O plano CPqDPrev segue estável com sobras agora acumuladas de R$ 51,84 milhões neste ano.

No plano PBS-CPqD, segue chamando a atenção o aumento de 2,6% neste ano de suas Reservas Matemáticas, do qual desconhecemos o motivo, já que é um plano fechado e de poucos participantes e assistidos (29 no total). 

No PAMA verificou-se novamente no mês de novembro um avanço das sobras do plano (fundo assistencial), agora devido a saída preocupante de 15 usuários do plano naquele mês. Somente neste ano, já foram 517 cancelamentos no plano assistencial da Sistel.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Planos CPqD: Resultados de outubro 2017 dos planos da Sistel


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Todos planos seguem equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras) nos dez primeiros meses de 2017.

No mês de outubro os planos InovaPrev e PBS-A não apresentaram rentabilidade superior as suas respectivas metas atuariais. As metas daquele mês subiram muito em relação ao mês anterior, inclusive superaram o CDI de outubro.

O destaque negativo em rentabilidade no mês de outubro ficou por conta do plano InovaPrev (0,34%), índice menor que a metade de sua meta (0,73%) e do CDI (0,64).

Já o destaque positivo em rentabilidade ficou por conta dos planos PAMA, PBS-CPqD, CPqDPrev e PBS-A que superaram o CDI.

Mesmo com mau desempenho do InovaPrev em outubro se considerarmos o acumulado do ano, o destaque seguiu com o InovaPrev, que apresentou um rendimento superior a sua meta e seguiu sendo sendo o único plano que ultrapassou o CDI acumulado no ano (8,73%), com 9,73%, resultado do bom desempenho que teve até setembro desta ano.

A rentabilidade do plano InovaPrev, na modalidade CD (financeira), desde sua criação em fev14 (48,15%), segue inferior a do plano CPqDPrev (modalidade CV) neste mesmo período (51,61%).

O plano mais equilibrado foi o PBS-A, que segue com folga superior a 32% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumula neste ano sobras crescentes de R$ 2,27 bilhões e teve sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente) aumentada para R$ 912 milhões, devido ao bom rendimento de suas aplicações até o mês de setembro.

Relativo a volta das contribuições ao plano por parte de suas patrocinadoras (grupo CPqD) e auto patrocinados no mês de setembro no  InovaPrev, o plano apresentou uma redução esperada da variação da Reserva Matemática em outubro (passou de 6,3% para 5,2% neste ano), enquanto a redução dos Fundos Previdenciais, contrariamente ao esperado, aumentou para 11,8% neste ano, devido a baixa rentabilidade do plano em outubro.

O plano CPqDPrev segue estável com sobras agora acumuladas de R$ 50,3 milhões neste ano.

No plano PBS-CPqD, segue chamando a atenção o aumento de 2,5% neste ano de suas Reservas Matemáticas, do qual desconhecemos o motivo, já que é um plano fechado e de poucos participantes e assistidos (29 no total). 

No PAMA verificou-se no mês de outubro um avanço das sobras do plano (fundo assistencial), devido a saída preocupante de 230 usuários do plano naquele mês. Somente neste ano, já foram 502 cancelamentos no plano assistencial da Sistel, ou 1,7% de usuários do plano.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Planos da Sistel: Resultados de setembro 2017 dos planos da Sistel


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Todos planos seguem equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras) nos nove primeiros meses de 2017.

No mês de setembro todos os planos da Sistel apresentaram rentabilidade superior as suas respectivas metas atuariais, que seguem bem baixas devido a queda e estabilização da inflação. 
Os destaques positivos no mês de setembro ficaram por conta do plano InovaPrev (1,04%) e PBS-A (0,68%), ambos ultrapassaram a rentabilidade do CDI que foi de 0,64%.
No acumulado do ano, o destaque seguiu com o InovaPrev, que apresentou um rendimento bem maior que o dobro de sua meta e foi o único plano que ultrapassou o CDI acumulado no ano (8,03%), com 9,35%.

Mesmo com este bom rendimento, o plano InovaPrev, na modalidade CD (financeira), criado em fev14, ainda não alcançou a rentabilidade do plano CPqDPrev (modalidade CV) neste mesmo período.

O plano mais equilibrado foi o PBS-A, que segue com folga superior a 32% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumula neste ano sobras crescentes de R$ 2,26 bilhões e teve sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente) aumentada para R$ 898 milhões, devido ao bom rendimento de suas aplicações no mês de setembro.

O acréscimo da Reserva Matemática (6,3% neste ano) e redução dos Fundos Previdenciais (-10,2% neste ano) do InovaPrev, deve-se a suspensão temporária das contribuições ao plano por parte de suas patrocinadoras (grupo CPqD) e auto patrocinados, suspensão esta que terminou  em setembro desse ano.

O plano CPqDPrev segue estável com sobras agora acumuladas de R$ 50 milhões neste ano.

No plano PBS-CPqD, chama a atenção o aumento de 2,1% neste ano de suas Reservas Matemáticas, do qual desconhecemos o motivo, já que é um plano fechado e de poucos participantes e assistidos (29 no total). Em setembro a Reserva Matemática manteve-se constante em relação a agosto.

No PAMA verificou-se no mês de setembro um avanço das sobras do plano (fundo assistencial), provavelmente devido a saída de 85 usuários do plano naquele mês. Ao todo, neste ano, já foram 272 cancelamentos no plano assistencial da Sistel.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Planos CPqD: Resultados de agosto 2017 dos planos da Sistel



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Todos planos seguem equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras) nos oito primeiros meses de 2017.

No mês de agosto todos os planos da Sistel apresentaram rentabilidade superior as suas respectivas metas, que seguem bem baixas devido a queda da inflação, e também do CDI. O destaque positivo no mês de agosto ficou por conta do plano PBS-A, que atingiu a ótima rentabilidade de 1,10%. 
No acumulado do ano, o destaque seguiu com o InovaPrev, que apresentou um rendimento 96% superior a sua meta e foi o único plano que ultrapassou o CDI acumulado no ano (7,34%), com 8,23%.

Mesmo com este bom rendimento, o plano InovaPrev, criado em fev14, ainda não alcançou a rentabilidade do plano CPqDPrev neste mesmo período.

O plano mais equilibrado foi o PBS-A, que segue com folga superior a 31% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumula neste ano sobras crescentes de R$ 2,22 bilhões e teve sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente) aumentada para R$ 854 milhões, devido ao ótimo rendimento de suas aplicações no mês de agosto.

O acréscimo da Reserva Matemática (5% neste ano) e redução dos Fundos Previdenciais (-9,1% neste ano) do InovaPrev, deve-se a suspensão temporária das contribuições ao plano por parte de suas patrocinadoras e auto patrocinados, que deverá estender-se até setembro desse ano.

O plano CPqDPrev segue estável com sobras agora acumuladas de R$ 48,5 milhões neste ano.

No plano PBS-CPqD, chama a atenção o aumento inexplicável de 2,1% neste ano de suas Reservas Matemáticas, do qual desconhecemos o motivo, já que é um plano fechado e de poucos participantes e assistidos (29 no total).

No PAMA verificou-se no mês de agosto um avanço das sobras do plano (fundo assistencial), provavelmente devido a saída de 69 usuários do plano naquele mês. Ao todo, neste ano, foram 187 cancelamentos no plano assistencial da Sistel.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Planos CPqD: Resultados de julho de 2017 dos planos da Sistel


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Todos planos seguem equilibrados, rentáveis e apresentaram sobras (reservas superiores as obrigações futuras) nos sete primeiros meses de 2017.

No mês de julho somente os planos InovaPrev e CPqDPrev apresentaram rentabilidade superior as suas respectivas metas, que seguem bem baixas devido a queda da inflação. Por este motivo estamos introduzindo neste mês, na planilha acima, um novo indicador, o CDI, para comparar este rendimento de mercado com nossos planos. O destaque positivo no mês de julho e no acumulado do ano ficou por conta do InovaPrev que apresentou um rendimento 87% superior a sua meta e foi o único plano que ultrapassou o CDI mensal e acumulado (11% superior ao CDI acumulado no ano).

Mesmo com este bom rendimento, o plano InovaPrev, criado em fev14, ainda não alcançou a rentabilidade do plano CPqDPrev neste mesmo período (44,75% contra 48,21% nesses 3,5 anos).

O plano mais equilibrado segue sendo o PBS-A, que segue com folga superior a 30% para o pagamento de suas obrigações. Este plano acumula neste ano sobras de R$ 2,14 bilhões (inferior a do mês de junho), e teve sua Reserva Especial (superavit a distribuir futuramente) rebaixada para R$ 773 milhões, devido ao baixo rendimento de suas aplicações no mês de julho.

O acréscimo da Reserva Matemática (3,8% neste ano) e redução dos Fundos Previdenciais (-8,0% neste ano) do InovaPrev, deve-se a suspensão temporária das contribuições ao plano por parte de suas patrocinadoras e auto patrocinados, que deverá estender-se até o final do terceiro trimestre desse ano.

O plano CPqDPrev segue estável com sobras acumuladas de R$ 45,6 milhões neste ano.

No plano PBS-CPqD, chama a atenção o aumento de 2,2% neste ano de suas Reservas Matemáticas, do qual desconhecemos o motivo, já que é um plano fechado e de poucos participantes e assistidos (29 no total).

No PAMA verificou-se no mês de julho um avanço das sobras do plano (fundo assistencial), provavelmente devido a saída de 62 usuários do plano naquele mês. Ao todo, neste ano, foram 118 cancelamentos no plano assistencial da Sistel.