Considerando o reajuste de 18% anunciado em 2013 e 2012 nos planos de assistência médica hospitalar que alguns assistidos pagam integralmente através do plano coletivo da Fundação CPqD, que não é controlado pela ANS (este reajuste é baseado na sinistralidade anual do plano, receitas x despesas) e simulando-se este mesmo valor de reajuste para os próximos anos e comparando-se com um plano privado da Unimed para 57 anos, que tem um valor atual aproximado de R$800,00 e considerando-se um reajuste anual controlado pela ANS de 5% nos próximos anos para estes planos privados, chega-se a conclusão que em 11 anos não será mais necessário utilizar-se de planos coletivos das ex-empresas, pois estes estarão mais caros que os planos particulares.
Isto se deve a que os planos de saúde coletivos de empresas, por não terem controle da ANS, reajustam a mensalidade pela chamada sinistralidade do plano, onde a utilização exagerada do plano por alguns, onera a todos. Por este motivo é muito importante que cada usuário do plano (empregado ou aposentado) controle o uso de consultas e exames, tanto seus, como de seus dependentes, para não se onere a todos usuários do plano.
Blog independente de informações sobre fatos e direitos dos aposentados, principalmente dos oriundos das ex-empresas Telebrás, em especial os participantes da Sistel e do INSS. Blog aberto a contribuições de seus leitores, através de comentários em cada postagem.
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Sempre opto pelas UPAS do SUS... o atendimento é mais rápido, além de não onerar tanto... infelizmente o BRADESCO/SISTEL, NÃO NOS DÁ CONFORTO PARA UM ATENDIMENTO DIFERENCIADO!
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