Hoje com notícias da compra da Warner, Open AI no mercado HW e na China, Neuralink avança, produtividade não dimensionada com IA e data centers orbitais ridicularizada
Segue a guerra do streaming. A Netflix ofereceu US$ 82,7 bilhões pelos estúdios e pelo negócio de streaming da Warner Bros, mas pode até aumentar a proposta caso a Paramount também melhore sua oferta rival. A Paramount ofereceu US$ 108,4 bilhões por toda a empresa, incluindo ativos como CNN e HGTV, e recebeu prazo até o início da semana para apresentar uma oferta considerada final. O conselho da Warner rejeitou a proposta mais recente da Paramount, mas manteve aberta a possibilidade de negociação, enquanto segue recomendando o acordo com a Netflix. (Reuters)
A OpenAI estaria desenvolvendo uma linha própria de dispositivos físicos com inteligência artificial e deve estrear com um alto-falante equipado com câmera, dizem fontes. O aparelho, previsto para 2027, pode custar entre US$ 200 e US$ 300 e terá capacidade de captar informações sobre o usuário e o ambiente ao redor. A empresa também trabalha em óculos inteligentes, ainda sem previsão de produção em larga escala antes de 2028, além de outros formatos. O movimento ocorre após a aquisição da startup io Products, do ex-designer-chefe da Apple Jony Ive, por US$ 6,5 bilhões, e deve marcar a entrada mais direta da criadora do ChatGPT no mercado de hardware. (The Information)
Falando em OpenAI, a companhia informou que 80% dos usuários do ChatGPT na Índia têm menos de 30 anos e que quase metade das mensagens enviadas no país parte da faixa entre 18 e 24 anos. Segundo a empresa, 35% das interações estão ligadas a tarefas profissionais, proporção superior à média global. A ferramenta de programação Codex é usada três vezes mais na Índia do que no restante do mundo, e as perguntas sobre código também superam a média internacional. A Índia já é o segundo maior mercado da companhia, com mais de 100 milhões de usuários semanais. (TechCrunch)
Em paralelo à Neuralink, que se vende como pioneira das interfaces cérebro-computador (BCIs), a China já move sua indústria da pesquisa para a produção em escala comercial. Uma onda de startups avança impulsionada por um roteiro nacional que mira padronização e cadeia de suprimentos completa até 2030. Com forte apoio estatal, incluindo um fundo de 11,6 bilhões de yuans (cerca de R$ 8 bilhões) e custos de pesquisa mais baixos, o país já soma dezenas de ensaios e testes, como um implante sem fio que permitiu a um paciente paralisado controlar dispositivos sem ferramentas externas. Por ora, o foco segue médico, mas a aposta é de crescimento acelerado e, no longo prazo, de integração mais profunda entre cérebro e a inteligência artificial. (TechCrunch)
Maioria das empresas não registra ganhos de produtividade com IA, revelam novos estudos. A revista The Economist publicou no sábado um artigo com o título "O boom de produtividade da IA ainda não chegou", capturando uma tensão crescente no centro da indústria de tecnologia: a inteligência artificial está avançando em ritmo notável, mas seu efeito mensurável na produção econômica permanece obstinadamente pequeno. A matéria surge em meio a uma enxurrada de novos dados mostrando que a maioria das empresas ainda não conseguiu transformar bilhões de dólares em investimentos em IA em retornos financeiros tangíveis, mesmo enquanto a tecnologia alcança novos marcos em descobertas científicas. (Perplexity)
Altman chama plano de data center orbital de Musk de 'ridículo' em evento em Nova Delhi O CEO da OpenAI, Sam Altman, criticou a visão de Elon Musk sobre data centers orbitais durante uma entrevista ao vivo em Nova Delhi na sexta-feira, chamando o conceito de impraticável para o futuro próximo e aprofundando a divergência entre duas das figuras mais proeminentes da inteligência artificial. (Perplexity)
Fonte: Meio (23/02/2026)

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