Hoje com notícias da Apple, Uber e sobre receio da IA
A Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, com preço inicial de R$ 21.999 no Brasil, mas que pode chegar a quase R$ 31 mil. A tela principal tem 7,6 polegadas quando aberto, além de uma tela externa de 5,4 polegadas. O aparelho não tem reconhecimento facial nem espaço para chip físico, funcionando apenas com chip digital. As vendas começam no dia 23 de outubro. A empresa aproveitou o evento, chamado de “Surprise and Shine”, para também lançar o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, que mantêm o design da geração anterior mas trazem câmera principal de 48 MP com abertura variável e nova câmara de vapor para refrigeração, com preços a partir de US$ 1.199. Entre os dispositivos vestíveis, chegam o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, que ganham recursos de inteligência artificial capazes de resumir conversas e retroceder até 15 segundos de áudio ambiente, além de monitoramento de frequência cardíaca mais frequente. (Engadget, g1 e TechCrunch)
A Uber liberou no Brasil um recurso que permite aos pais acompanharem em tempo real as imagens do interior do carro durante viagens feitas por adolescentes. O recurso já estava disponível nos Estados Unidos desde o mês passado. A ferramenta mostra o trajeto pela câmera do celular do motorista e começa a gravar assim que a viagem tem início, com passageiros de 12 a 17 anos. Apenas os responsáveis pela conta do adolescente têm acesso às imagens, que ficam armazenadas de forma criptografada e só podem ser consultadas posteriormente em caso de reporte de segurança. A novidade chega gradualmente a todo o país nos próximos dias. (Estadão)
Jacob Coxon, pesquisador de inteligência artificial que deixou a OpenAI para trabalhar na Anthropic, por considerá-la mais prudente, abandonou a indústria e acusou as duas empresas de “brincar com as nossas vidas”. “Não subestime o poder desta tecnologia. Estes logo serão sistemas sobre-humanos que podem hackear qualquer coisa, revolucionar qualquer campo da noite para o dia e adquirir poder e recursos reais”, escreveu Coxon no X. E completou: “As pessoas que constroem IA acreditam sinceramente que ela poderia nos matar a todos até o final da década”. Procuradas, nenhuma das duas empresas respondeu. (g1 e X)
Fonte: Canal Meio (10/09/20926)
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