Hoje com notícias do YouTube, AWS, vídeo sobre jogos que alteram concentração e tentativas frustradas de produzir armas biológicas com IA
O YouTube registrou em agosto sua maior queda mensal na participação do consumo de vídeo no país neste ano, recuando de 23,2% para 21,7%, segundo dados do Ibope. O recuo interrompeu uma sequência de quatro meses seguidos de alta da plataforma, que havia subido de 20,9% em março até o pico de julho, impulsionado pela transmissão da reta final da Copa do Mundo pela CazéTV, que detinha exclusividade em uma série de partidas. Ainda assim, o YouTube segue como a plataforma de vídeo mais consumida no país, à frente de Netflix e TikTok. Do outro lado, a TV linear, que engloba TV aberta e a cabo, interrompeu três meses de queda e voltou a crescer, de 61,7% para 62,8% de participação em agosto. (UOL)
E a AWS lançou um novo recurso que permite aos streamers transmitir até 10 feeds de vídeo simultâneos em um único canal personalizado, voltado principalmente para coberturas esportivas. O chamado Dynamic Multiview ainda deixa o espectador escolher o próprio layout com múltiplas câmeras a partir de uma única transmissão codificada, sem custos adicionais por layout. (Variety)
Meio em vídeo. O lançamento do trailer do jogo GTA 6 reabre um debate fundamental sobre a cultura digital: o que telas, jogos ultra imersivos e algoritmos estão fazendo com a nossa capacidade de concentração? Neste episódio de Pedro+Cora, Pedro Doria e Cora Rónai analisam como a tecnologia moderna reprogramou nossa atenção. (YouTube)
A Anthropic afirmou ter bloqueado neste ano diversos planos de cientistas que usavam seus modelos de inteligência artificial para pesquisas com potencial de contribuir para armas biológicas. Segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira, a empresa barrou pesquisadores que burlaram controles de acesso e tentaram ocultar o propósito real de seus estudos, incluindo um caso envolvendo o vírus chikungunya ligado a uma instituição militar. A Anthropic não revelou nomes ou países envolvidos, mas disse ter optado pela cautela diante da dificuldade de distinguir pesquisa legítima de uso malicioso. (New York Times)
Fonte: Canal Meio (11/09/2026)

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