Quanto mais a inteligência artificial (IA) evolui, mais surpreendentes se tornam as ações ligadas à tecnologia
A IA passou a escrever artigos científicos, ganhou sua própria rede social, impulsionou a venda de chips de memória, ajudou agentes americanos a localizar e prender imigrantes e colaborou para uma consolidação de negócios de Elon Musk, fusão avaliada em US$ 1,25 trilhão.
O mercado já esperava que a SpaceX, da área de foguetes e satélites, comprasse a xAI, uma startup deficitária de IA. A fusão das companhias comandadas pelo magnata da tecnologia também abre caminho para consolidar mais uma de suas empresas, a Tesla.
Ao justificar a união do desenvolvimento de IA (o "chatbot" Grok) com a infraestrutura da rede de satélites Starlink, Musk escreveu aos seus funcionários que o objetivo da transação era “escalar para criar um sol consciente para compreender o Universo e estender a luz da consciência às estrelas!”. Depois, completou: “Ad Astra [rumo às estrelas]!”
Em paralelo, pesquisadores vêm repassando à inteligência artificial a responsabilidade pela publicação de artigos científicos. Nessa tarefa, a IA não apenas revisa os textos, como também os escreve - em muitos casos, com conteúdo inventado e afirmações falsas, conforme vimos um exemplo na postagem de ontem, de uma agencia de viagens da Australia.
Fonte: Valor (04/02/2026)
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