terça-feira, 21 de julho de 2026

TIC e IA: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias do modelo de IA Kimi K3, IAs abertas e compartilhadas na China e duas sobre o Google

A startup chinesa Moonshot AI lançou o modelo de inteligência artificial Kimi K3, que segundo a empresa supera sistemas como o Claude Opus 4.8, da Anthropic, e o GPT 5.5, da OpenAI, em testes de codificação e agentes gerais, embora ainda fique atrás dos modelos de ponta dessas duas companhias. Com 2,8 trilhões de parâmetros, o K3 é o maior modelo de IA já lançado pela China e o maior modelo aberto do mundo. Analistas do Bank of America avaliaram que o resultado mostra que o país ainda consegue avançar apesar das restrições de hardware impostas pelos Estados Unidos. (CNBC)

Falando em IA e China, o presidente Xi Jinping defendeu, em conferência sobre inteligência artificial em Xangai, uma abordagem aberta à tecnologia e o compartilhamento com países em desenvolvimento. Sem citar os Estados Unidos diretamente, ele disse que o avanço da IA não deve ser “uma atuação individual de um único país, mas uma sinfonia de colaboração global”. (New York Times)

O Google decidiu adiar novamente o lançamento do Gemini 3.5 Pro para aprimorar as capacidades do modelo em programação. A empresa está revisando a base de dados usada no treinamento para melhorar a compreensão de contexto e reduzir erros. A família Gemini 3.5 havia sido apresentada em maio, mas só a versão Flash chegou a ser lançada, com o Pro prometido para junho, prazo que não foi cumprido. Em comunicado, a empresa afirmou que segue testando o modelo com parceiros e mantém diálogo com o governo americano sobre regulação. (Bloomberg)

O Ministério da Justiça e Segurança Pública fez um acordo com o Google para criar novas regras de verificação para anúncios de produtos financeiros na plataforma. Agora, empresas que quiserem anunciar bancos, investimentos ou seguros precisarão comprovar a existência legal e a autorização de órgãos, como o Banco Central e a CVM, antes de veicular campanhas. A ideia é dificultar a ação de golpistas que usam anúncios pagos para divulgar falsas corretoras e páginas clonadas de instituições financeiras. Depois da verificação, o Google poderá conceder um selo de anunciante financeiro verificado. O acordo também cria um cadastro oficial de instituições financeiras, compartilhado com o Google. (Folha)

Fonte: Meio (20/07/2026)

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