A Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (Cofom) realizou na última quinta-feira (5/2) sua primeira reunião do ano, dia 5/2, em Brasília.
O colegiado, formado por representantes do governo federal, participantes/assistidos, entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) e patrocinadores/instituidores, discutiu as soluções de fomento voltadas a questões como acessibilidade, atratividade, eficiência, sociedade, inovação, além de ações de intercooperação entre as EFPC. A deliberação sobre os temas ficou para a próxima reunião, prevista para o fim de fevereiro.
Para o superintendente da Previc, Ricardo Pena, é necessário um plano feito em conjunto, com uma ideia de médio e longo prazo, visando o crescimento e o desenvolvimento do setor. “Precisamos finalizar a discussão no grupo, ter um planejamento do fomento, deliberar na Cofom e realizar uma audiência pública para discutir com o setor e a sociedade”, afirmou.
As discussões nos grupos afirmaram a necessidade de aumentar a atratividade do setor, ampliar a cobertura de risco e expandir os planos família. Os grupos também discutiram a simplificação dos procedimentos, a melhoraria da comunicação com participantes e assistidos e a ampliação de ações de educação financeira e previdenciária. Outros temas abordados foram o desenvolvimento de simuladores de plano, o incentivo ao uso de inteligência artificial e a intercooperação entre as entidades para troca de experiências.
Também foram discutidas propostas para aumentar a transparência sobre as reservas de participantes e assistidos, permitindo que eles acompanhem mais de perto a evolução desse patrimônio, e a criação de planos de micropensões para categorias informais, como motoristas de aplicativos, entregadores e autônomos. Outra proposta debatida foi a inclusão de uma cláusula compromissória nos regulamentos dos planos para que esses usem, prioritariamente, a Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem da Previc na solução de conflitos.
Fonte: Invest. Institucional (06/02/2026)
Nota da Redação: Enquanto Previc, CNPC, Abrapp e EFPCs discutem o fomento aos fundos de pensão com abertura de novos planos para novos participantes, a Fundação Sistel, sempre na contra mão da atualidade, acaba de fechar seu único plano aberto a novos ingressantes.
O motivo? Uma maioria de empresas patrocinadoras de planos retrógradas e falidas que, mesmo nessas condições, preferem acabar com a Sistel o mais breve possível e verem-se livres de obrigações com seus empregados e aposentados. Mesmo assim articulam politicamente para manterem-se nos conselhos ditando ordens e mamando superávits de reservas excedentes formadas antes mesmo da privatização do Sistema Telebras, reservas essas dos quais nunca contribuíram. Esse é fomento do qual agem, faturar superávits enquanto existirem e seguirem mandando onde nem ao menos contribuem.
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