Hoje com notícias variadas sobre Google, ByreDance (do TikTok) e Meta
O Google começou a liberar a recuperação de contas via verificação por vídeo selfie. O recurso, que precisa ser ativado previamente pelo usuário, permite confirmar a identidade por meio de um vídeo curto do rosto e pode facilitar a recuperação em casos como furto ou perda do celular. Segundo a empresa, o sistema verifica a “vivacidade” da pessoa, exigindo movimentos da cabeça em um ambiente bem iluminado, para evitar tentativas de fraude com fotos. A funcionalidade é voltada para contas pessoais e a big tech afirma que os vídeos são criptografados e usados apenas para validar a identidade. (UOL)
E a ByteDance lançou de forma antecipada o Seedance 2.0, novo modelo de geração de vídeo por inteligência artificial que elevou o nível da disputa entre as big techs chinesas no setor. Ainda em versão beta e disponível para usuários selecionados, o sistema chamou atenção por vídeos mais realistas e maior consistência visual, a ponto de reduzir a diferença entre conteúdo gerado por IA e imagens reais. Com isso, aumentaram as apostas de que a ferramenta pode baratear a produção audiovisual, ao mesmo tempo, o modelo também reacendeu preocupações sobre deepfakes. (South China Morning Post)
A União Europeia avisou a Meta que a empresa violou as regras de concorrência ao bloquear o acesso de chatbots de outras companhias de IA ao WhatsApp, mudança feita em janeiro que deixou apenas a Meta AI operando dentro do aplicativo. Para a Comissão Europeia, a decisão da Meta pode configurar abuso de posição dominante. A Meta reagiu dizendo que a UE parte de uma premissa errada sobre o papel do WhatsApp para chatbots. (BBC)
Falando nisso, um processo judicial contra a Meta e o Google começa nesta segunda-feira na Califórnia e discute se o design do Instagram e do YouTube causou danos à saúde mental de uma jovem usuária. A ação foi movida por uma mulher de 20 anos, que afirma ter desenvolvido uso compulsivo dos aplicativos, associado a depressão e pensamentos suicidas. O caso é visto como relevante porque uma decisão desfavorável poderia abrir caminho para ações semelhantes já em andamento no país. (Reuters)
Fonte: Meio (10/02/2026)

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