Hoje com notícias sobre a Warner, YouTube, Google e a nova plataforma IA Kime K3
Uma juíza federal da Califórnia suspendeu temporariamente a fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery, negócio de US$ 110 bilhões, atendendo a pedido de uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais. A liminar vale por apenas 14 dias, até ocorrer uma audiência marcada para o dia 3 de agosto. Os estados argumentam que o acordo reduz a concorrência na distribuição de filmes e de canais de TV a cabo, o que violaria a legislação antitruste americana. A Paramount nega as acusações e diz já ter aprovação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e de outros países. (NBC News)
O YouTube atualizou suas regras de monetização para detalhar quais tipos de conteúdo produzidos em massa, de forma automatizada ou sem participação humana ficam de fora do Programa de Parcerias, em uma tentativa de conter vídeos de baixa qualidade feitos com inteligência artificial. As diretrizes agora dividem esse tipo de conteúdo em três categorias: vídeos genéricos ou repetitivos, conteúdo criado para causar angústia ou manipulação emocional, e o uso de personas de IA para discutir temas sensíveis, como saúde e finanças. Segundo Matt Halprin, chefe de confiança e segurança da plataforma, o objetivo é impedir o “content farming”, prática de produzir vídeos em massa apenas para gerar receita. (TechCrunch)
O Google estaria desenvolvendo um novo chip para servidores, apelidado internamente de “Frozen v2”, que incorpora elementos do modelo Gemini diretamente no hardware. A função principal do projeto seria aliviar a escassez de capacidade computacional para inteligência artificial, que já levou o Google Cloud a recusar contratos com clientes externos. De acordo com o relatório, o chip pode ser até dez vezes mais eficiente que os processadores de IA mais recentes da empresa e deve ser implantado em 2028. (The Information)
E a Moonshot AI suspendeu temporariamente novas assinaturas para o Kimi depois que a demanda pelo recém-lançado Kimi K3 superou as expectativas e levou a infraestrutura de computação da empresa para o seu limite. Segundo comunicado da companhia, os recursos disponíveis agora serão dedicados aos assinantes atuais, para preservar a qualidade do serviço. (TechNode)
Fonte: Meio (21/07/2026)

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