Hoje com notícias sobre projeto chileno de IA própria, IA não faz trabalhar menos e vídeo sobre a inteligencia da IA
O Chile lançou nesta terça-feira o Latam-GPT, um modelo regional de inteligência artificial desenvolvido pelo Centro Nacional de Inteligência Artificial com apoio de governos e universidades da América Latina, com a proposta de reduzir vieses dos sistemas dominados pelos Estados Unidos, Europa e China e ampliar a representação cultural da região. A base reúne mais de 8 terabytes de dados em espanhol e português, custou cerca de US$ 550 mil e não é apenas um chatbot, mas sim uma infraestrutura aberta para que empresas e instituições criem aplicações locais, como atendimento automatizado e soluções para serviços públicos. O projeto será migrado da nuvem da AWS para um supercomputador na Universidade de Tarapacá, norte do Chile e deve incorporar no futuro idiomas indígenas. (Globo)
Para ler com calma. Um estudo que acompanhou de perto o uso de inteligência artificial em uma empresa de tecnologia mostra que a promessa de trabalhar menos com ajuda da IA não tem se cumprido. Com as tarefas ficando mais fáceis, os funcionários passaram a assumir mais demandas, estender o expediente para a noite e perder a sensação de limite entre trabalho e descanso. A pesquisa, conduzida por acadêmicos da Universidade da Califórnia em Berkeley e citada pela Harvard Business Review, indica que a IA até aumenta a capacidade de produção, mas também eleva o cansaço e a pressão por respostas rápidas. (TechCrunch)
Meio em vídeo. No Pedro+Cora, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai discutem se inteligências artificiais são de fato inteligentes. No papo, falam sobre a exigência dos usuários de perfeição e respostas coerentes de uma IA, se a inteligência artificial deve ou não entender profundamente de todos os assuntos e como os modelos de linguagem se assemelham à inteligência humana. Não perca nesse link. (YouTube)
Fonte: Meio (11/02/2026)

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