Hoje com notícias sobre Google, acordo Uber-iFood, golpes virtuais nos EUA e Apple
O Google anunciou uma nova ferramenta que permite verificar se um conteúdo foi criado com a assistência das ferramentas de IA da empresa. De acordo com Pushmeet Kohli, vice-presidente de Ciência e Iniciativas Estratégicas do Google DeepMind, o SynthID Detector é “um portal de verificação” capaz de “identificar de forma rápida e eficiente o conteúdo gerado por IA feito com o Google AI”, podendo ainda “destacar quais partes do conteúdo têm maior probabilidade de ter uma marca d'água com SynthID”. Essas marcas d'água SynthID são aplicadas a imagens, textos, áudios e vídeos gerados em modelos da companhia, como Gemini, Imagen, Lyria e Veo. (The Verge)
Após encerrar serviços como patinetes e delivery de comida, agora, a aba Mercado da Uber será descontinuada no Brasil em junho. A empresa anunciou recentemente parceria inédita com o iFood, até então seu rival direto, e a partir do segundo semestre, usuários poderão acessar serviços de um app pelo outro. A mudança também reflete o foco no plano traçado pela CEO Dara Khosrowshahi, que quer transformar a Uber em uma plataforma de mobilidade e conveniência. “Se a Amazon é a empresa da entrega para o próximo dia, queremos ser a da próxima hora”, afirmou recentemente. (UOL)
O FBI voltou a alertar usuários de iOS e Android sobre uma nova campanha de golpes virtuais nos EUA. Os criminosos estariam se passando por autoridades do governo, usando inteligência artificial para falsificar mensagens e até números de telefone. Segundo o alerta, os ataques envolvem textos, áudios e vídeos manipulados, dificultando a identificação de fraudes. A recomendação, neste caso e em outros golpes similares, é a de sempre desconfiar, verificar a origem de mensagens e ligações e evitar responder ou atender chamadas suspeitas. (Globo)
Por que a Apple precisa tanto dos recursos de IA que tenta desenvolver? Em uma reportagem da Bloomberg Businessweek sobre o trabalho equivocado da Apple com inteligência artificial (IA), um tema consistente é a falta de uma ideia clara dentro da empresa sobre o que uma boa IA em um dispositivo Apple deve realmente fazer. Na terça-feira (20), enquanto a empresa parece não ter chegado perto de encontrar a resposta internamente, ficamos sabendo que ela logo abriria as portas para que outros pudessem tentar descobrir. A Apple tem o luxo do tempo para acertar as coisas com a IA. Mas esse tempo não é ilimitado.
Fonte: Meio e Bloomberg (22/05/2025)

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