Bastou ejetarem os diretores nomeados pelas operadoras móveis na EACE, a entidade que vem executando a conectividade das escolas no programa “Aprender Conectado”,
que saltou 25% em três semanas, o número de unidades de ensino beneficiadas com o programa, que tem os recursos do leilão do 5G.
Os caras estavam lá para atrapalhar, simplesmente porque as operadoras móveis acham que o dinheiro é delas. E não um compromisso que assumiram no edital do leilão, em troca do preço da licença sair baratinha.
Falta destravar
Nem tudo é festa. Ainda falta a EACE assinar o contrato de prestação de serviços de satélite com a Telebras, documento que está na gaveta da entidade há quase um ano. O ministro das Comunicações, Frederico Siqueira, já pediu para acelerar a tramitação da papelada, de forma que as escolas mais remotas, no coração da Amazônia, possam receber a internet.
Quando isso ocorrer, o Governo Lula começará a pagar uma dívida de universalização da Internet que vem desde a privatização do setor de Telecomunicações. Aliás, no próximo dia 29 de julho estaremos celebrando 27 anos da privatização da Telebras.
Fonte: Capital Digital (26/05/2025)
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