Hoje com notícias da OpenAI, fim do Skype, da Meta e 3 artigos sobre segurança digital
Revertendo planos, a OpenAI anunciou que sua divisão sem fins lucrativos continuará no comando da organização. A estrutura de negócios será transformada em uma corporação de benefício público, mantendo a organização original como controladora e acionista majoritária. A decisão foi tomada após conversas com autoridades da Califórnia e Delaware, e ocorre em meio a críticas de investidores e ações judiciais, incluindo uma de Elon Musk, que acusou a empresa de abandonar sua missão filantrópica. (TechCrunch)
Após duas décadas, o Skype teve seu último dia de funcionamento nesta segunda-feira. A Microsoft anunciou o fim do aplicativo de chamadas de áudio e vídeo para concentrar seus esforços no Microsoft Teams, agora a principal ferramenta de comunicação da empresa. Usuários podem acessar o Teams com as mesmas credenciais do Skype, mantendo contatos e histórico de conversas. Quem preferir sair do ecossistema pode exportar seus dados até hoje. Recursos pagos, como o Crédito Skype, já haviam sido encerrados em fevereiro. (InfoMoney)
A Meta lançou um feed social para seu chatbot de inteligência artificial similar ao Pinterest e ao Threads. No site da Meta AI, prompts e respostas gerados por usuários podem ser compartilhados publicamente em apenas dois cliques, revelando uma série de imagens surreais, perguntas existenciais e interações. A ideia, segundo a Meta, é mostrar aos novatos como a IA pode ser usada. (The Verge)
A biometria virou parte da rotina de quem acessa bancos, redes sociais e serviços públicos pelo celular, oferecendo uma forma de autenticação mais simples e segura. Com o World ID, que se baseia nos códigos de íris, criptografados e descentralizados, é possível ir além, com uma identidade digital anônima, reduzindo riscos de vazamentos e devolvendo ao usuário o controle sobre suas próprias informações. O alcance dessa inovação vai além da proteção: ela pode mudar a vida de milhões de pessoas que não têm documentos formais e facilitar o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e serviços bancários. Nesse sentido, a World tem se posicionado como uma das iniciativas mais ambiciosas na construção de uma identidade digital anônima e descentralizada. O World ID é uma aposta na criação de um passaporte digital universal anonimizado e baseado na prova de humanidade. (World)
Em 2024, mais de 150 mil brasileiros foram vítimas de fraudes como o golpe do WhatsApp, da falsa venda e do falso funcionário bancário. Esses esquemas causaram perdas de R$ 10,1 bilhões no ano passado, segundo a Febraban. O número representa alta de 17% em relação a 2023. O acesso massivo a internet, o imediatismo e a manipulação psicológica explicam, em parte, por que tantas pessoas ainda caem em esquemas já conhecidos. Um em cada quatro brasileiros com mais de 16 anos afirma já ter perdido dinheiro em algum golpe. (Folha)
A criação de perfis falsos com ajuda de inteligência artificial se tornou uma ameaça para recrutadores. O que antes era um problema restrito a ofertas de emprego fraudulentas agora se inverteu e são as empresas que lidam com candidatos inexistentes, segundo a Palo Alto Networks. Setores como tecnologia são os mais visados, e há casos em que esses perfis ocupam vagas com salários de até US$ 300 mil, inclusive supostamente operados por grupos ligados à Coreia do Norte. O risco ultrapassa a perda de tempo, já que envolve cibersegurança e sigilo. Especialistas alertam que a resposta exige inovação, autenticação robusta e novas práticas de verificação de humanidade. (CartaCapital)
Fonte: Meio (06/05/2025)

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