Hoje com notícias da Amazon Web Services (AWS), Instagram e X
A falha nos servidores da AWS, serviço de nuvem da Amazon, que causou instabilidade em dezenas de sites e aplicativos pelo mundo nesta segunda e afetou plataformas como iFood, Mercado Livre, Canva, Alexa e Prime Video teve origem no datacenter da Virgínia, nos EUA, segundo a própria empresa. Uma falha no sistema de DNS, responsável por converter nomes de sites em endereços IP, comprometeu o acesso ao banco de dados DynamoDB. A AWS registrou um volume elevado de erros na comunicação com o serviço e atribuiu a instabilidade à dificuldade na resolução de domínios. O problema acabou se espalhando para mais de 90 produtos da plataforma, afetando serviços em todo o mundo. Embora parte dos sistemas tenha começado a se normalizar ao longo da manhã, o site Downdetector voltou a registrar alta nas queixas à tarde. A interrupção é considerada a mais grave desde o apagão da CrowdStrike, em 2024. (g1)
Adolescentes que se sentem mal com seus corpos após usar o Instagram veem até três vezes mais conteúdo ligado a transtornos alimentares do que os demais, segundo um estudo interno da Meta. A pesquisa analisou o que 1.149 jovens viram na plataforma ao longo de três meses e mostrou que, entre os 223 que relataram insatisfação frequente com a própria imagem, 10,5% do conteúdo estava relacionado a distúrbios alimentares. Também foi maior a exposição a temas como sofrimento, comportamento de risco e conteúdos classificados como adultos. O material não viola as regras da plataforma, mas foi considerado sensível por consultores e especialistas. (Reuters)
O X lançou um marketplace para nomes de usuário inativos, permitindo que assinantes Premium solicitem ou comprem identificadores antes indisponíveis. Nomes comuns ou compostos, como @GabrielJones e @PizzaEater, são oferecidos gratuitamente a usuários Premium+, enquanto nomes curtos e raros, como @Pizza ou @Tom, podem custar de US$ 2.500 a valores de sete dígitos. A empresa diz que o sistema evita a liberação indiscriminada de nomes para reduzir spam e mau uso, e que a seleção leva em conta o histórico de engajamento e uso pretendido. (TechCrunch)
Fonte: Meio (21/10/2025)

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