quinta-feira, 13 de novembro de 2025

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias de problemas na Apple, condenação da OpenAI e record de usuários do gov.br

A Apple deve adiar o lançamento da segunda versão do iPhone Air, previsto para o outono de 2026 no hemisfério norte, e já reduziu drasticamente a produção da primeira geração. O próximo modelo fino só deve chegar entre março e junho de 2027 e contará com uma segunda lente traseira, uma das principais reclamações dos usuários da primeira versão. A Apple havia lançado o modelo Air em setembro, mas a aceitação aquém do esperado também motivou a revisão da estratégia, que incluiu reordenar o calendário de lançamentos e priorizar o iPhone 18 Pro e o dobrável para 2026. (The Information)

A Justiça da Alemanha condenou a OpenAI por violar leis de direitos autorais ao permitir que o ChatGPT reproduzisse letras de músicas de artistas como Herbert Groenemeyer. Segundo o tribunal regional de Munique, o modelo foi treinado com obras protegidas de nove músicas. A ação foi movida pela GEMA, entidade que representa compositores e letristas no país, e poderá criar um precedente na Europa sobre o uso de conteúdo protegido em treinamentos de inteligência artificial. A OpenAI alega que seus modelos não armazenam nem copiam diretamente dados específicos usados no treinamento, apenas geram respostas com base no aprendizado geral do conjunto de dados. (Reuters)

Durante entrevista, o secretário nacional de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, afirmou que o gov.br já reúne 170 milhões de usuários e oferece acesso a 5 mil serviços digitais. Em momentos de pico, chega a registrar 130 milhões de acessos simultâneos, o que supera a audiência de grandes eventos, como o Super Bowl. O site, por exemplo, já concentra mais de 90% do atendimento do INSS e também tem sido usado por estados e mais de 2 mil cidades. Segundo Mascarenhas, a meta é transformá-lo na porta única para todos os serviços públicos, incluindo creches e escolas municipais. Ele destacou ainda que a plataforma opera com nuvem soberana, controlada por estatais brasileiras, o que garante estabilidade mesmo em caso de quedas de big techs como ocorreu recentemente com serviços da Amazon e Microsoft. (UOL)

Fonte: Meio (12/11/2025)

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