Hoje com notícias da OpenAI, Apple e Google na Cingapura e as promessas de superinteligência que não chegaram com a IA
A OpenAI apresentou uma nova ferramenta de pesquisa de compras no ChatGPT, criada para orientar usuários na escolha de produtos, a tempo da temporada de fim de ano e também para a Black Friday. O recurso funciona por conversa e basta descrever o que se procura e ir refinando as sugestões com comandos como “não tenho interesse” ou “mais parecidos com isso”. O sistema ajusta resultados em tempo real e entrega guias estruturados com comparações, prós e contras e informações coletadas de varejistas. A empresa diz que o modelo funciona especialmente bem para itens com especificações complexas, como eletrônicos, cosméticos, eletrodomésticos e artigos esportivos. A ferramenta pesquisa apenas sites considerados confiáveis, cita as fontes e não compartilha dados com varejistas. (EuroNews)
A polícia de Cingapura ordenou que Apple e Google impeçam que contas no iMessage e no Google Messages usem nomes que imitam o “gov.sg” ou outras agências públicas, após identificar golpes que se passavam por órgãos como o serviço postal SingPost. Como essas mensagens aparecem misturadas aos SMS, usuários tendem a acreditar que são oficiais, diferente do sistema de cadastro local que protege o uso de remetentes governamentais via SMS. As empresas agora terão de bloquear ou filtrar nomes falsificados e segundo o Ministério do Interior, as duas já se comprometeram a cumprir a ordem. (Reuters)
Para ler com calma. As promessas de superinteligência feitas por Sam Altman, Mark Zuckerberg e Dario Amodei, como máquinas “mais inteligentes que Nobel” em 2026, não encontram respaldo na ciência, argumenta um artigo que faz uma revisão de pesquisas recentes em neurociência e cognição. A crítica central é que modelos como ChatGPT, Claude e Gemini são apenas grandes modelos de linguagem, treinados para prever palavras, e não mecanismos que reproduzem pensamento. Pesquisadores do MIT e UC Berkeley mostram que raciocínio humano não depende de linguagem, pois bebês pensam antes de falar e pessoas com danos linguísticos seguem capazes de resolver problemas complexos. Mesmo que a IA progrida em múltiplos domínios cognitivos, isso não significa replicar a capacidade humana de romper paradigmas. (The Verge)
Fonte: Meio (26/11/2025)

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