Hoje com duas notícias sobre o Google e uma da Apple
O Google passou a permitir que os usuários removam a marca d'água visível de conteúdos gerados por IA, incluindo as imagens, vídeos e músicas, sem afetar a marca invisível SynthID nem os metadados do padrão C2PA. Segundo Josh Woodward, vice-presidente do Gemini, a opção estará disponível para os modelos Nano Banana, Omni e Lyria, com a configuração acessível no Gemini e no editor de vídeo Flow, e suporte à Busca previsto para breve. A empresa também lançou como código aberto a biblioteca Credentio, que permite a desenvolvedores incorporar validação local de conteúdo em seus aplicativos. Essa mudança vem na contramão do que fez a Anthropic dias atrás, quando a empresa do Claude passou a incluir marca d'água em textos e arquivos gerados pelo chatbot para cumprir regras da União Europeia. (TechCrunch)
E o Google também lançou o Gemini 3.7 Flash, apenas três semanas depois de estrear o 3.6 Flash. Segundo a empresa, o novo modelo traz melhorias em engenharia de software, trabalho baseado em conhecimento e desenvolvimento web, com desempenho comparável ao Claude Sonnet 5 e ao GPT-5.6 Terra em benchmarks, e preço de lançamento equivalente à metade do custo do modelo anterior por milhão de tokens. (TecMundo)
Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a Apple treinou um modelo de linguagem próprio para o mercado chinês, em parceria com o Alibaba. A mudança marca uma virada na estratégia da empresa, que até então dependia de modelos de terceiros para levar recursos de IA aos iPhones vendidos na China, já que ferramentas como Claude e ChatGPT não estão disponíveis no país. O Apple Intelligence deve chegar à China nos próximos meses após atualização do iOS, incorporando o modelo Qwen do Alibaba e, possivelmente, a tecnologia da Baidu. (Reuters)
Fonte: Meio (17/08/2026)

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