Hoje com notícias sobre proibição de publicidade infantil no YouTube, restrição na China para tecnologia estrangeira e integração do Google Maps com IA
A Justiça Federal de Minas Gerais suspendeu por 30 dias uma ação do Ministério Público Federal contra o Google para forçar a exibição de avisos no YouTube sobre a proibição de publicidade infantil no Brasil. A pausa, solicitada pelo próprio MPF, abre espaço para um acordo com a big tech antes do julgamento marcado para 9 de dezembro. Essa ação havia resultado em uma liminar favorável ao MPF em agosto, mas o Google recorreu e o caso teve uma reviravolta com a sanção da Lei do ECA Digital, que prevê punições para plataformas que abusarem da publicidade direcionada a crianças. A norma também deu novos poderes à Agência Nacional de Proteção de Dados. (UOL)
Em uma série de novas diretrizes, o governo chinês exigiu que projetos de data centers com financiamento estatal usem apenas chips de inteligência artificial fabricados no país, segundo fontes. Centros com menos de 30% de conclusão terão de remover chips estrangeiros ou cancelar compras, enquanto os em estágio avançado serão avaliados caso a caso. A medida representa um dos passos mais agressivos de Pequim para eliminar tecnologia externa da infraestrutura crítica, em meio à pausa nas hostilidades comerciais com os EUA e à meta de autossuficiência tecnológica. Se de um lado, empresas como Nvidia, AMD e Intel podem perder mercado relevante, por outro, companhias como a Huawei, Cambricon e Enflame podem suprir essa lacuna, ainda que haja desafio de substituir ecossistemas consolidados de hardware e software. (Reuters)
Nas próximas semanas, o Google começa a liberar novos recursos no Maps dos Estados Unidos a partir da integração com o Gemini, sua inteligência artificial generativa. A ferramenta permite que usuários façam perguntas específicas enquanto dirigem, identifiquem pontos de interesse na rota, relatem incidentes de trânsito ou até adicionem eventos ao calendário. A navegação também foi aprimorada e em vez de indicar distâncias, o aplicativo passará a usar marcos visuais como prédios e restaurantes. Outra função integrada ao Lens permite apontar a câmera para um local e perguntar o que é ou por que é conhecido. (TechCrunch)
Fonte: Meio (06/11/2025)

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