quarta-feira, 16 de abril de 2025

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias do processo contra a Meta, uso de IA nos apps da Meta, nova versão do GPT da OpenAI e 3 informações sobre segurança digital da World ID, Serasa e PSafe

Começou nos Estados Unidos o julgamento antitruste contra a Meta, acusada pela Comissão Federal de Comércio (FTC) de consolidar um monopólio nas redes sociais ao adquirir o Instagram e o WhatsApp. Segundo a acusação, a empresa de Mark Zuckerberg agiu para “comprar ou enterrar rivais”, restringindo a concorrência e prejudicando consumidores. A FTC quer que as aquisições sejam desfeitas, mas a defesa argumenta que enfrenta forte concorrência de plataformas como TikTok e YouTube, e que o governo aprovou as fusões há mais de uma década. O julgamento deve durar oito semanas. (New York Times)

Aliás, a big tech anunciou que começará a usar interações com seu assistente Meta AI, além de postagens e comentários públicos de adultos, para treinar seus modelos de inteligência artificial na União Europeia. Usuários do Facebook e Instagram receberão notificações com detalhes sobre a coleta de dados e acesso a um formulário para rejeitar o uso. Segundo a empresa, mensagens privadas e dados de adolescentes não serão utilizados. (Reuters)

E a OpenAI apresentou o GPT-4.1, sucessor do modelo de IA multimodal GPT-4o. A nova versão foi lançada como uma opção aperfeiçoada em “praticamente todas as dimensões”, sobretudo em codificação e no acompanhamento de instruções. O GPT-4.1 já está disponível para desenvolvedores pela API, junto com as versões Mini e Nano, este último anunciado como o “menor, mais rápido e mais barato” da companhia até o momento. Os três modelos podem processar até um milhão de tokens de contexto (texto, imagens ou vídeos incluídos em um prompt), ante os 128 mil do GPT-4o. (The Verge)

Comprar um ingresso para um show ou reservar uma mesa em um restaurante virou uma corrida digital desigual. Em 2024, 86,5% do tráfego em sites de venda de ingressos foi automatizado e um terço disso veio de bots maliciosos, que burlam sistemas, monopolizam reservas e criam escassez artificial. Para enfrentar esse cenário, o World ID propõe um novo paradigma: em vez de provar quem você é, a tecnologia permite provar que você é uma pessoa única e real, sem revelar sua identidade. Além disso, a adoção do World ID pode transformar a relação das pessoas com a internet a partir de quatro elementos: acesso justo a serviços públicos; proteção contra a exploração de consumidores; privacidade garantida; e resistência à IA e à escalabilidade, já que o World ID é mais robusto contra fraudes e pode ser usado em larga escala. (Meio)

O Brasil registrou 1,24 milhão de tentativas de fraudes em janeiro de 2025, o maior volume contabilizado pela Serasa Experian em dois anos. O número representa uma tentativa a cada 2,2 segundos e marca uma alta de 41,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. O setor mais visado pelos golpistas foi o de bancos e cartões, alvo de mais da metade das investidas (52,5%), seguido por serviços, financeiras e telefonia. A população mais impactada foi a economicamente ativa, com pessoas entre 26 e 50 anos concentrando 60% das ocorrências. O Sudeste liderou em números absolutos, com destaque para São Paulo (338 mil tentativas), mas, proporcionalmente, o Distrito Federal foi o mais afetado, com 8,6 mil casos por milhão de habitantes. (CNN Brasil)

Por falar nisso... Segundo a PSafe, os golpes mais comuns envolvem perfis falsos no WhatsApp, links de phishing por e-mail e SMS, promoções mentirosas nas redes sociais e tentativas de roubo de dados via falso suporte técnico. A recomendação dos especialistas passa por desconfiar de mensagens que pedem dinheiro, verificar a procedência de links e ativar a verificação em duas etapas. (Terra)

Fonte: Meio (15/04/2025)

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