Hoje com notícias sobre mudanças na xAI, parceria Nasa - Google e trabalho no Vale do Silício
Robert Keele deixou o cargo de chefe jurídico da xAI pouco mais de um ano após assumir a função, citando o desejo de passar mais tempo com os filhos e uma “diferença de visões de mundo” com Elon Musk, fundador da empresa. Keele ingressou na startup de inteligência artificial em maio de 2024 e será substituído por Lily Lim, ex-NASA e especialista em propriedade intelectual. A saída se soma a um histórico recente de alta rotatividade de executivos nas empresas de Musk, que mantém uma cultura de longas jornadas de trabalho. (TechCrunch)
Como fazem os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) quando há uma emergência médica? Podem ligar para Houston, receber medicamentos regularmente e até voltar à Terra em poucos meses. Mas, com as futuras missões de longa duração para a Lua e Marte, será preciso lidar com distâncias maiores — em cenários sem médicos por perto nem contato imediato com a Terra. Pensando nisso, a Nasa desenvolve com o Google um assistente médico com inteligência artificial, batizado de Crew Medical Officer Digital Assistant (CMO-DA), para auxiliar no diagnóstico e tratamento em órbita. Testado em três simulações clínicas, o sistema alcançou até 88% de acerto — e pode, no futuro, ser útil também aqui na Terra. (TechCrunch)
O sonho de trabalhar nas gigantes de tecnologia do Vale do Silício, como Google, Apple e Meta, está chegando ao fim. Isso porque estas empresas, antes sinônimo de inovação e benefícios generosos, tornaram-se grandes burocracias marcadas por cortes de empregos , maior controle sobre os funcionários e um ambiente de medo e silêncio. O surgimento da inteligência artificial e a pressão por eficiência intensificaram essa transformação, levando muitos trabalhadores a sair ou a buscar alternativas, enquanto a cultura aberta e descontraída deu lugar a um modelo mais rígido e menos tolerante a críticas. É a era do "cale a boca e trabalhe duro", disseram os profissionais do setor.
Fonte: Meio e Estadão (11/08/2025)

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