sábado, 23 de agosto de 2025

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias das denuncias americanas contra o PIX, da DeepSeek, novidades do Instagram e acordo Meta - Google

O Banco Central foi acusado de concorrência desleal pelo Information Technology Industry Council (ITI), entidade empresarial dos Estados Unidos que representa big techs, bandeiras de cartão e o sistema Swift. A entidade apresentou denúncia ao Escritório do Representante de Comércio dos EUA, alegando que o BC, ao operar o Pix e definir as regras do setor, favorece sua própria plataforma. No documento, assinado pelo brasileiro Husani Durans de Jesus, a entidade afirma que a atuação da autarquia monetária prejudica empresas americanas. O governo brasileiro já havia rebatido acusações similares, dizendo que o Pix é uma infraestrutura pública, gratuita e aberta, e que não há discriminação a empresas estrangeiras. (Folha)

Com foco na independência tecnológica, a chinesa DeepSeek, concorrente da OpenAI, lançou uma atualização do seu modelo de inteligência artificial. A nova versão, chamada DeepSeek-V3.1, traz um formato de dados otimizado para chips fabricados na China, sugerindo alinhamento com o esforço de Pequim em driblar as restrições dos EUA. A atualização promete também mais velocidade e eficiência no uso de memória. Um novo botão permite alternar entre modos de raciocínio no aplicativo da empresa. (Reuters)

O Instagram agora permite que criadores de conteúdo agrupem Reels em séries, facilitando a navegação entre vídeos relacionados. O novo recurso, semelhante ao já disponível no TikTok, permite contar histórias em partes conectadas ou organizar vídeos por temas, como receitas ou tutoriais. Com a novidade, os usuários podem acessar a sequência de vídeos com um botão no canto inferior esquerdo do Reel. Segundo o Instagram, a função deve aumentar o engajamento e o tempo de exibição na plataforma. (TechCrunch)

Meio em vídeo. No novo episódio de Pedro+Cora, os jornalistas Pedro Doria e Cora Rónai falam sobre o código de ética de inteligência artificial da Meta. No papo, abordam os limites éticos toleráveis da ferramenta, como a IA da Meta propaga conteúdos sensíveis e perigosos como adultização de menores e racismo e o motivo de a empresa não limitar sua IA. Confira nesse link. (YouTube)

Disputa no mercado cloud. A Meta fechou um acordo de cerca de US$ 10 bilhões com o Google Cloud por seis anos, para garantir acesso rápido a servidores. O contrato é o primeiro de grande porte entre as empresas e posiciona o Google como provedor estratégico, atrás apenas de AWS e Azure no mercado de nuvem.

Fonte: Meio e Bloomberg (22/08/2025)

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