Hoje com notícias da Netflix, Xiaomi, impacto ambiental com IA, novidades do Google e novo óculos c/ IA
Tailândia como polo de entretenimento. A Netflix investiu mais de US$ 200 milhões no país em quatro anos e planeja lançar nove produções originais em 2025. Além da empresa, rivais como HBO, Universal e Warner também ampliam produções no local, atraídas por incentivos e pelo potencial de exportar conteúdo.
Europa no horizonte da Xiaomi. A companhia planeja vender o seu primeiro carro elétrico na Europa até 2027, mesmo sob risco de tarifas de até 48% impostas pela União Europeia. A empresa aposta no SUV YU7 para sustentar sua meta de se tornar uma das cinco maiores montadoras globais nos próximos 15 a 20 anos.
O avanço da inteligência artificial fez disparar a demanda por data centers e, com isso, também o debate em torno do impacto ambiental dessas estruturas. Mas, segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), hoje os data centers consomem 1,3% da energia do Brasil e mesmo em expansão não devem passar de 3,5% até 2030. A maioria também opera com sistemas de refrigeração fechados, que gastam pouca água, embora 20% ainda usem evaporação. (UOL)
O Google apresentou no Made by Google 2025 diversas novidades, como a nova linha Pixel 10, que estreia o chip Tensor G5, traz câmera teleobjetiva dedicada e recursos de IA com o Gemini, como o Camera Coach, que dá dicas em tempo real para fotografar. Já o Google Fotos ganhou a função “editar perguntando”, que permite ajustes por texto ou voz, e suporte às Credenciais de Conteúdo C2PA, que identificam imagens editadas com IA. A big tech também apresentou o Pixel 10 Pro Fold, com tela principal de 8 polegadas, e o Pixel Watch 4, com bateria maior e Gemini no pulso. (The Verge)
Dois ex-alunos de Harvard estão lançando os óculos Halo X, equipados com inteligência artificial para ouvir, transcrever e responder em tempo real a qualquer conversa, em uma espécie de “memória infinita” e com preço de US$ 249. Especialistas em privacidade alertam que não há luz ou aviso externo de que o dispositivo esteja gravando, o que pode violar leis de consentimento. (TechCrunch)
Fonte: Bloomberg e Meio (21/08/2025)

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