terça-feira, 2 de dezembro de 2025

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias da China expandindo humanoides, Rússia ameaça bloquer WhatApp e como a IA mudou a rotina de aulas

Um comunicado do governo chinês, feito pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, tenta frear o excesso de empenho de pessoas e empresas na fabricação de androides (robôs com a forma humana). Segundo o porta-voz do governo, o país vai expandir a pesquisa e o desenvolvimento com infraestrutura para testes e treinamentos de robôs. E também criará regras para conter as imitações sem criatividade. (Gizmodo)

Mas calma, os robôs ainda precisam melhorar muito antes de nos assustarem. Confira esta coletânea de vacilos constrangedores deles. (YouTube)

A Rússia voltou a ameaçar bloquear o WhatsApp após afirmar que o aplicativo não cumpre as exigências da legislação local para prevenção de crimes, sobretudo fraude e terrorismo. A agência reguladora do país disse que se o aplicativo mantiver a postura, será “completamente bloqueado”. Desde agosto, Moscou já limita algumas chamadas no WhatsApp e no Telegram. Em resposta, o aplicativo da Meta afirmou que o governo quer impedir que milhões de russos usem comunicação segura. No país, as autoridades promovem o MAX, app estatal que críticos dizem poder ser usado para rastrear usuários. (Reuters)

Para ler com calma. Carlo Rotella leciona nos cursos de Inglês do Boston College há 25 anos. Neste artigo do NY Times ele descreve como a IA mudou a rotina das suas aulas e pondera: não foi para pior. O fácil acesso dos alunos à IA o obrigou a tornar o ensino de humanidades ainda mais humano, sem aulas expositivas. Na maior parte do tempo os alunos conversam, prestando atenção uns aos outros e no livro que todos leram. Rotella não ensina um conteúdo em si, e sim ferramentas e estratégias para extrair significado do mundo e maneiras de construir argumentos bem fundamentados sobre as respectivas descobertas. Assim como no ensaio de uma banda, todos estão desenvolvendo habilidades individuais e participando como membros de uma comunidade voltada para a resolução de problemas. Um curso resistente à IA muda a maneira de avaliar os alunos e dá maior ênfase ao que acontece na sala de aula. O que importa é o processo e não o trabalho final. (New York Times)

Fonte: Meio (01/12/2025)

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