Fundação CPQD na mídia
1- CPQD torna-se um dos três primeiros Centros de Operações de Segurança distribuídos da RNP
Acordo de cooperação técnica, assinado em setembro, tem como objetivo proteger o ecossistema de inovação nacional de ataques e ameaças virtuais
O CPQD assinou um acordo de cooperação técnica com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) pelo qual se tornou um Centro de Operações de Segurança (SOC, na sigla em inglês) distribuído dessa organização no país. A assinatura aconteceu durante o Fórum RNP 2025, realizado em setembro em Brasília, e contou com a participação do presidente Sebastião Sahão Júnior e de Lisandro Granville, diretor-geral da RNP.
Instalado em Brasília, o SOC da RNP iniciou suas operações em 2023, com o objetivo de proteger as instituições brasileiras de ameaças virtuais. Sua equipe de especialistas em cibersegurança atua no monitoramento ativo de potenciais ataques e ameaças, realizando atividades de inteligência nessa área em todo o ecossistema de inovação. Com os novos SOCs distribuídos, a intenção é ampliar a capacidade de resposta a incidentes e a proteção dos dados estratégicos de pesquisas.
A expansão das ações do SOC da RNP, por meio de SOCs distribuídos, é uma das metas principais do Programa Conecta, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que tem como foco a ampliação da capacidade de armazenamento científico do país. Até 2026, a expectativa é ter seis SOCs distribuídos no país, visando fortalecer a cibersegurança nacional e criar sinergias com o SOC de Brasília, já em operação – e que passa a atuar como órgão de coordenação.
No Fórum RNP foram anunciados os três primeiros SOCs distribuídos: CPQD, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí.
2- CPQD apresenta soluções para os desafios do setor de utilities em evento da UTC América Latina
Seminário de Transformação Digital nas Utilities aconteceu em outubro, nas instalações do Pólis de Tecnologia, em Campinas
O auditório do Pólis de Tecnologia foi o palco do Seminário de Transformação Digital nas Utilities, promovido pela UTC América Latina (UTCAL), nos dias 7 e 8 de outubro. O evento reuniu representantes de agências reguladoras, especialistas, fornecedores e gestores de empresas que atuam no setor de utilities. A sessão de abertura contou com a presença do presidente da UTCAL Dymitr Wajsman e, também, do presidente do CPQD Sebastião Sahão Junior, que deu as boas-vindas aos convidados.
Durante os dois dias de seminário, foram discutidos os principais desafios gerados por novas tecnologias – como a Inteligência Artificial (IA) – nas empresas de serviços essenciais de energia elétrica, gás, água e saneamento (utilities). A necessidade de inovação tecnológica e modernização do setor, bem como de fortalecer a segurança das infraestruturas críticas contra ameaças cibernéticas e de superar barreiras regulatórias foram alguns dos assuntos abordados nas diversas palestras e painéis do evento.
O CPQD, que há mais de 15 anos atua no desenvolvimento de projetos e tecnologias para esse setor – especialmente na área de energia elétrica -, foi responsável por duas palestras da programação. Na primeira, que aconteceu no dia 7, os especialistas Marcelo Parisi e Rosangela Leal falaram sobre o tema Transformação Digital no Setor Elétrico – Soluções e Desafios. Entre os desafios, eles destacaram a falta de uma visão holística da rede, as perdas não técnicas (conhecidas como “gatos”) e a gestão de infraestrutura compartilhada. As soluções propostas para superar esses desafios envolvem o uso de IA para a criação de redes preditivas, a automação e a otimização da colaboração entre os setores de energia e telecomunicações.
Para a gestão de redes complexas com dados de inventário em sistemas e formatos dispersos, por exemplo, a solução proposta pelo CPQD é uma plataforma de Gestão e Automação das Operações (OSS), que oferece uma visão unificada e georreferenciada da rede e permite o uso de IA para prever falhas e automatizar o diagnóstico de problemas. Para o desafio das perdas não técnicas, a proposta é a combinação das plataformas de orquestração inteligente de dados e decisões automáticas com Identidade Digital Descentralizada (IDD).
Já a questão da gestão de infraestrutura física pode ser resolvida com uma solução de gerência e notificação para compartilhamento de infraestrutura, que permite automatizar e ter controle total de contratos, projetos e ocupações. Além disso, os especialistas do CPQD apresentaram soluções para os desafios dos deslocamentos improcedentes (priorização de obras), da conectividade e automação de redes críticas e da geração distribuída.
No segundo dia do evento, a gerente de solução Elitelma Souza falou sobre os pilares tecnológicos do CPQD na palestra Inovação com Propósito, em que destacou o impacto social e econômico da inovação tecnológica.
3- Ambiente com solução Open RAN completa é destaque do CPQD em eventos de tecnologia e inovação
Demonstrações de ambiente fim a fim de uma rede de acesso por rádio aberta aconteceram no Deep Tech Summit e no Futurecom 2025
Um ambiente de rede de acesso por rádio aberta (Open RAN), fim a fim, foi o grande destaque da participação do CPQD em dois eventos importantes na área de tecnologia e inovação realizados recentemente em São Paulo: o Deep Tech Summit 2025 e o Futurecom 2025.
No Deep Tech Summit, que aconteceu nos dias 29 e 30 de setembro no Centro de Inovação da USP (Inova USP), o CPQD marcou presença no estande da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), como gestor do Centro de Competência em Open RAN. Em seu estande no evento, a Embrapii apresentou o modelo inédito de seus Centros de Competência e abriu espaço para demonstrações de tecnologias e projetos inovadores, desenvolvidos a partir de pesquisas de ponta em áreas consideradas estratégicas.
O Centro de Competência Embrapii-CPQD em Open RAN demonstrou um ambiente fim a fim baseado nessa tecnologia, com solução completa sendo executada em equipamentos abertos de fornecedores distintos – um servidor de mercado somado a uma unidade de rádio (radio unit) 5G indoor, além do CPE. “Esse conjunto permite levantar uma rede 5G stand alone com capacidade de tráfego superior a 1Gbps e de conexão de múltiplos terminais, tanto smartphones como dispositivos IoT, habilitando conectividade massiva e abrindo possibilidade de otimização da rede com o controlador inteligente de RAN”, afirma Eduardo Melão, coordenador de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de Comunicação sem Fio do CPQD.
Essa demonstração prática do ambiente Open RAN foi destaque também no Futurecom 2025, um dos principais eventos de conectividade e inovação da América Latina, que se realizou entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro. Nesse caso, a apresentação foi feita no estande do Programa OpenRAN@Brasil, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e que vem sendo conduzido pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) em parceria com o CPQD.
4-Anatel e CPQD realizam o 28.º Fórum de Certificação de Produtos para Telecomunicações
Evento aconteceu nas instalações do Pólis de Tecnologia, em Campinas, e reuniu diversos atores envolvidos no processo de avaliação da conformidade na área de telecom
O CPQD recebeu em suas instalações, em Campinas, o 28.º Fórum de Certificação de Produtos para Telecomunicações da Anatel, que aconteceu nos dias 26 e 27 de novembro. O evento tem como objetivo promover o diálogo entre os diversos atores envolvidos no processo de avaliação da conformidade de produtos de telecomunicações, fortalecendo a cooperação entre a Agência, os organismos de certificação designados (OCDs), os laboratórios de ensaio, a indústria e a academia.
Realizado em parceria com o CPQD, o fórum contou com a presença de várias autoridades da Anatel na sessão de abertura – entre elas, Vinicius Caram, superintendente de Outorga e Recursos à Prestação, e Gesiléa Fonseca Teles, superintendente de Fiscalização. Como anfitrião do evento, o presidente Sebastião Sahão Junior saudou os convidados, reforçando a satisfação da organização em abrigar esse fórum tão importante para o setor, e destacou a parceria de longa data mantida entre o CPQD e a Anatel – seja por meio da participação em discussões de regulamentos e metodologias, seja pela atuação como OCD ou, ainda, pelo amplo leque de ensaios para produtos de telecomunicações realizados em seus laboratórios. “São 28 anos de parceria, em que a Anatel sempre apoiou o CPQD e o CPQD sempre buscou ser um braço de suporte tecnológico da Anatel”, ressaltou o presidente.
Entre os assuntos abordados nas mesas redondas e palestras realizadas no evento, destacam-se o combate à pirataria no setor, TV 3.0 e atualizações regulatórias, avaliação da conformidade em data centers, segurança cibernética, auditoria em fornecedores de produtos de telecomunicações para prestadoras e, ainda, requisitos e procedimentos para certificação IPv6 em equipamentos com interface WiFi. A programação incluiu também uma palestra sobre o tema logística reversa e boas práticas ESG, proferida por representante da Green Eletron – Gestora de Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos fundada pela Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).
“Esse é um fórum de excelência técnica, estratégica e importante para todos; um trabalho silencioso mas essencial para a população brasileira”, ressaltou o superintendente Vinicius Caram, da Anatel. “Há anos, o CPQD tem sido parceiro da Anatel, ajudando a desenvolver tecnologias e soluções para que possamos levar serviços de telecomunicações para todo o Brasil”, acrescentou Gesiléa Fonseca Teles, também superintendente da Agência.
5- CPQD está habilitado a comprovar junto à Anatel a existência de política de segurança cibernética em fornecedores de produtos de telecom
Comprovação, por meio de auditoria, é a nova exigência regulatória que os fornecedores de equipamentos para prestadores de serviços terão de cumprir a partir de 26 de novembro
A partir do dia 26 de novembro, os fornecedores de produtos e equipamentos destinados às prestadoras de serviços de telecomunicações terão de comprovar, por meio de auditoria, que possuem política de segurança cibernética. A nova exigência foi estabelecida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Ato n.º 16.417, de 22 de novembro de 2024, e significa que os prestadores de serviços não poderão utilizar em suas redes de comunicação os equipamentos de fornecedores que não tiverem a comprovação de auditoria.
As auditorias deverão ser conduzidas por entidades habilitadas, como os Organismos de Certificação Designados (OCDs) reconhecidos pela Anatel. É o caso do CPQD, que acumula décadas de experiência na realização de todos os tipos de ensaios e análises de conformidade de produtos de telecomunicações exigidos pela Anatel e está habilitado, também, a conduzir essas auditorias em segurança cibernética, apoiando fabricantes e prestadoras de serviços nessa adequação regulatória – necessária para a continuidade de suas operações.
“A atuação do CPQD como OCD vai além da conformidade técnica; é uma contribuição efetiva para a segurança e a confiabilidade das infraestruturas críticas de telecomunicações no país”, afirma Reginaldo Matias Ribeiro, gerente do OCD do CPQD. “Oferecemos suporte completo às empresas que precisam cumprir o novo regulamento, garantindo credibilidade, independência e competência técnica no processo de avaliação de suas práticas de segurança cibernética”, acrescenta.
6- CPQD lança programa Vozes do Espectro para inclusão profissional de pessoas autistas
Iniciativa integra o programa de diversidade e inclusão da organização, que também tem a assinatura de acordo de cooperação com o PAICA
O CPQD anuncia o lançamento do Vozes do Espectro, programa voltado à capacitação e à inclusão profissional de pessoas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) de nível 1 de suporte. A iniciativa integra o CPQD+, movimento de diversidade e inclusão da organização, e inaugura um modelo estruturado de formação que combina desenvolvimento técnico, socioemocional e prática supervisionada no ambiente corporativo. Durante o evento, a organização também formaliza um acordo de cooperação com o PAICA, (Programa de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente), que assiste crianças e adolescentes autistas.
O Vozes do Espectro terá início em janeiro de 2026 e tem como objetivo promover uma inclusão real, sensível e estruturada, que respeita as singularidades de cada pessoa e cria condições para que possam se desenvolver e conquistar novas oportunidades no mercado de trabalho. Para isso, o curso de Administração Digital, que estrutura o programa e será realizado em parceria com o Instituto Eufraten – responsável pela preparação técnica e socioemocional dos participantes – terá aulas teóricas e prática profissional nas diferentes áreas da organização. Esta estratégia visa prepará-los para o desempenho da função de maneira humanizada e sustentável, considerando o contexto real do meio corporativo e de tecnologia.
Com duração de seis meses, a primeira turma será formada por cinco pessoas que passarão por um processo seletivo estruturado, conduzido em parceria com a Share People Hub, consultoria especializada em recrutamento de pessoas neurodivergente. O processo será aberto tanto a candidatos externos quanto a familiares de colaboradores do CPQD, com avaliação técnica e comportamental, adequada às especificidades do TEA, com foco em perfis aderentes ao ambiente corporativo e ao universo da tecnologia.
Os participantes serão contratados desde o início do programa e terão uma carga horária total de 480 horas, distribuídas em 24 horas semanais. As aulas teóricas do curso de Administração Digital ocorrerão, prioritariamente, às segundas e quartas-feiras, enquanto a prática profissional será realizada às terças e quintas-feiras, em período concentrado, das 8h às 15h.
De acordo com Mário Felício Neto, diretor de Gestão de Pessoas e Facilities do CPQD, o Vozes do Espectro nasce com uma primeira turma, mas já foi concebido com potencial para expansão, tanto no número de participantes quanto na participação de empresas parceiras que, para novas turmas, possam receber esses talentos futuramente.
“O CPQD sempre teve uma atenção especial a iniciativas de diversidade e inclusão. O Programa Qualificar para Incluir (PQI), foi um dos grandes destaques, ao capacitar centenas de pessoas com deficiência e menores aprendizes na área de Tecnologia da Informação e Comunicação, com início em 2008. O Vozes do Espectro representa, portanto, a continuidade e a evolução de uma agenda longeva do CPQD, reafirmando o nosso compromisso com a formação de talentos e com a promoção de oportunidades reais de inclusão”, comenta.
Acordo de cooperação com o PAICA
O CPQD também firmou um acordo de cooperação com o PAICA, instituição de referência em Campinas no atendimento a crianças e adolescentes do espectro autista. A iniciativa é voltada ao fortalecimento da governança e da operação da associação, contribuindo para ampliar sua capacidade de atendimento e seu impacto social. O apoio do CPQD não interfere no processo de atendimento do PAICA, que permanece integralmente sob responsabilidade da instituição, seguindo seus próprios critérios e requisitos.
Como parte da iniciativa, o CPQD destinará ao PAICA uma porcentagem mensal do valor líquido dos aluguéis das empresas instaladas no Pólis de Tecnologia. Este é um parque tecnológico situado em Campinas (SP) e administrado pelo CPQD, que integra empresas, startups e centros de pesquisa, criando um ecossistema colaborativo focado em ciência, tecnologia e desenvolvimento de novos negócios.
A destinação de parte dos aluguéis para o PAICA permite que as empresas instaladas no Pólis também contribuam, de forma indireta, para o fortalecimento da associação, para o avanço das ações voltadas ao público autista na região e para a promoção da inclusão.
O PAICA foi selecionado pelo CPQD por atuar com seriedade, transparência e impacto local, sendo reconhecido por parceiros estratégicos como a FEAC e alinhado ao propósito do CPQD+, de promover inclusão e impacto social estruturado.
7- Uso de IA no combate a crimes financeiros foi o foco da participação do CPQD em evento da Febraban
Solução antifraude Ynio, baseada em IA, foi destaque no Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, realizado em São Paulo
Mais do que uma ferramenta poderosa para a prevenção de fraudes, a Inteligência Artificial vem assumindo também o papel de aliada estratégica no combate a crimes financeiros, como lavagem de dinheiro, e até na detecção de casos de financiamento do terrorismo. No Brasil, o combate a esses crimes é um imperativo legal, alinhado às medidas e políticas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLDFT) – tema do congresso promovido pela Febraban em outubro, em São Paulo, que contou com a participação do CPQD.
“Os programas de PLDFT exigem que as instituições financeiras monitorem transações e comportamentos atípicos para identificar e reportar atividades suspeitas. As fraudes financeiras, por sua natureza, muitas vezes servem como um precursor ou componente da lavagem de dinheiro, utilizando contas abertas com dados falsos, movimentações atípicas e o ‘sumiço’ rápido de valores”, explica Andréa de Campos Oliveira, gerente de produto Ynio, solução antifraude do CPQD.
Baseada em algoritmos avançados de IA, a solução tem como foco principal a prevenção de perdas e fraudes transacionais. “No entanto, a capacidade de análise profunda e em tempo real do comportamento dos clientes e dos eventos posiciona a Ynio como ferramenta de inteligência fundamental para os programas de conformidade PLDFT das instituições financeiras”, afirma Andréa. Ela destaca, por exemplo, o uso de recursos de machine learning (aprendizado de máquina) para analisar padrões e comportamentos que podem indicar fraudes e, também, sinalizar eventuais atividades de lavagem de dinheiro – como alta frequência de transações ou geolocalização suspeita, entre outros fatores.
No Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo promovido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Andréa participou do painel IA em PLDFT – Uso de informações na tomada de decisão. Além disso, em seu estande no evento, o CPQD mostrou soluções e tecnologias de ponta desenvolvidas com foco na segurança do setor financeiro, no qual atua há mais de 20 anos. Entre elas, tiveram destaque a plataforma Ynio; a solução iD, para identidade digital descentralizada; o I2 – Interação Inteligente, que inclui IA e tecnologias de fala, e ainda os serviços de ensaios laboratoriais para dispositivos POS.
Fonte: Assessoria de Imprensa do CPQD (03/12/2025)
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