Grupos que atuam na modalidade apuraram prejuízo operacional de R$ 1,2 bilhão, alta de 9% sobre o mesmo período de 2024
Na contramão do setor, que vem se recuperando, as operadoras de autogestão, modalidade em que o plano de saúde é administrado pela própria empresa, ainda apresentam prejuízos. Na visão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), esse é um quadro econômico financeiro preocupante.
No primeiro semestre, as operadoras de autogestão apuraram prejuízo operacional de R$ 1,2 bilhão, alta de 9% sobre o mesmo período de 2024. Já o lucro líquido (que considera a receita financeira) ficou em R$ 881,6 milhões contra um prejuízo de R$ 741 milhões, de um ano antes.
O desempenho do segmento tem forte influência da Cabesp, operadora de planos de saúde dos funcionários do antigo Banespa, que apurou prejuízo operacional de R$ 276,5 milhões no semestre.
Fonte: Valor (02/09/2025)
Nota da Redação: Somente o plano assistencial da Sistel, o PAMA, que é de autogestão junto ao Bradesco Saúde, já acumula um déficit de mais de R$ 1 bilhão nesse ano.
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