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Hoje com notícias só de IA do Google, Amazon e sua nova Alexa, ofertas personalizadas, investimentos pelo SoftBank e cuidado dos empregadores nas empresas
O Google realizou uma série de anúncios sobre seu modelo de “raciocínio”, Gemini 2.0 Flash Thinking, capaz de explicar como ele responde a perguntas complexas para o aplicativo Gemini. A versão já está disponível no app para desktop e celular junto com uma outra, com funções de agente de IA, podendo interagir com YouTube, Search e Google Maps. O modelo deve competir com outros de IA de raciocínio, como o o1 da OpenAI e o R1 da DeepSeek. O Google também está lançando uma versão experimental do Gemini 2.0 Pro, sucessor do Gemini 1.5 Pro, que chega com mais desempenho para tarefas relacionadas à codificação e matemática. (The Verge)
A Amazon está pronta para lançar sua aguardada — e adiada — Alexa com inteligência artificial generativa em um evento marcado para este mês, segundo fontes. A nova Alexa representa uma oportunidade de ouro para a Amazon rentabilizar um serviço de assinaturas entre mais de meio bilhão de dispositivos habilitados no mercado, com alguns deles convertendo-se em clientes pagantes. A nova versão deve ser capaz de atuar como uma “agente”, realizando ações em nome dos usuários. Os executivos agendaram uma reunião para o próximo dia 14 para definir quando o produto será lançado. (Reuters)
Uma pesquisa da McKinsey revelou que 71% dos consumidores esperam ofertas personalizadas do setor varejista, tendência que tem levado empresas a investir em inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente e aumentar a eficiência das vendas. Outro estudo da Grand View Research mostra que o mercado global de IA no varejo foi avaliado em US$ 11,61 bilhões em 2024, com previsão de crescimento anual de 23% até 2030. O uso de assistentes virtuais e aprendizado de máquina já está consolidado no setor. Para Daniel Reginatto, CEO da Redrive, a automação tem sido essencial para lidar com o aumento da demanda em datas comerciais. “Durante a Black Friday, conseguimos escalar essas interações sem perder o foco no cliente”, afirmou. A tecnologia tem ajudado também na gestão logística, reduzindo falhas no controle de estoque e agilizando entregas. A McKinsey aponta que as empresas que equilibram tecnologia e interação humana terão vantagem competitiva no longo prazo. (Próximo Nível)
O SoftBank anunciou uma série de investimentos estratégicos em inteligência artificial, incluindo uma joint venture com a OpenAI no Japão e um aporte de US$ 3 bilhões para implantar a tecnologia da startup em suas empresas. Seu CEO, Masayoshi Son, afirmou que a IA geral (AGI, na sigla em inglês), considerada mais inteligente que humanos, pode chegar antes da previsão inicial de até três anos. Além disso, o SoftBank revelou o sistema Cristal Intelligence, que promete usar a IA para automatizar fluxos de trabalho. (The Verge)
A União Europeia anunciou diretrizes para o uso de IA no trabalho, proibindo os empregadores de monitorar as emoções de funcionários e restringindo o uso da tecnologia para manipulação de consumidores. As regras fazem parte da Lei de Inteligência Artificial, a primeira legislação global voltada para o setor, que estará totalmente em vigor a partir de agosto de 2026. As diretrizes, que incluem outras medidas, não são juridicamente vinculantes, mas servem para orientar empresas e autoridades antes da aplicação definitiva da legislação. (Reuters)
Fonte: Canal Meio (06/05/2025)

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