quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

IA: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias sobre IA da Apple, Alibaba e Google e 3 sobre segurança digital

A Apple anunciou que investirá US$ 500 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos. O plano inclui a construção de uma fábrica no Texas para produção de servidores de IA, que hoje são fabricados fora do país. Os investimentos incluem gastos com fornecedores americanos, produções da Apple TV+ e a ampliação do fundo de manufatura avançada da empresa, que dobrará de tamanho para US$ 10 bilhões. (Reuters)

Já o grupo chinês Alibaba pretende investir ao menos US$ 53 bilhões em IA e computação em nuvem nos próximos três anos. O anúncio surge uma semana após Jack Ma, cofundador da empresa, reaparecer em um encontro raro com o presidente Xi Jinping, indicando uma possível distensão entre as big techs e o governo. Desde 2020, as autoridades do país passaram a regular mais fortemente o setor. (Globo)

E o Google divulgou discretamente quanto vai custar utilizar o Veo 2, seu novo modelo de IA para criação de vídeos. O valor será de US$ 0,50 por segundo gerado ou cerca de US$ 30 por minuto. Jon Barron, pesquisador do Google DeepMind, comparou o valor com os custos de produção do filme Vingadores: Ultimato, da Marvel, que foram de aproximadamente US$ 32 mil por segundo. (TechCrunch)

Crimes cibernéticos são um problema sério no Brasil: só em 2024, quase um quarto dos brasileiros com mais de 16 anos foi vítima de golpes como clonagem de cartões, fraudes bancárias ou roubo de identidade online. O país também registrou o maior crescimento em casos de deepfake da América Latina, com alta de 830% entre 2022 e 2023, segundo relatório da Sumsub. A disseminação dos deepfakes, que usam inteligência artificial para falsificar imagens e vozes, evidencia a necessidade de diferenciar seres humanos de robôs ou inteligências artificiais. Para isso, o protocolo World promove a verificação de identidade baseadas em reconhecimento de íris, impedindo bots e hackers de acessarem informações pessoais ou realizarem transações fraudulentas. (World)

Os vazamentos de dados aumentam muito os riscos de crimes digitais. Em 2024, segundo a Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor, os golpes virtuais cresceram 45% no Brasil, atingindo mais de 40 milhões de vítimas que perderam dinheiro com fraudes bancárias, clonagem de cartões e roubo de identidade. Quando vazamentos são promovidos, informações sensíveis, como endereços residenciais recentes, placas de veículos ou fotos pessoais, ficam em risco, facilitando ainda mais a ação de criminosos. Quanto mais dados, mais sofisticados são os crimes. (Tecmundo)

Um levantamento feito pela VULTUS Cybersecurity Ecosystem revelou que 67% das empresas brasileiras de médio e grande porte não têm processos estruturados para proteção digital. O estudo mostrou ainda que 80% das organizações não possuem planos completos de resposta a ataques, enquanto 55% sequer realizam monitoramento contínuo de ameaças. Em uma escala de maturidade digital que vai até 5, as empresas brasileiras estão com média de apenas 1,61, considerada crítica. Enquanto o setor financeiro é o mais bem preparado para lidar com ataques digitais, o segmento de educação apresenta o cenário mais preocupante. (Olhar Digital)

Fonte: Canal Meio (25/02/2025)

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