sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

IA: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias da Apple, Microsoft e dois artigos sobre IA

A Apple anunciou o lançamento do iPhone 16e, o modelo mais acessível da marca, com o mais recente processador A18, capaz de receber os recursos de IA da Apple Intelligence, além de uma tela OLED melhorada. A câmera frontal possui recurso Face ID, enquanto a traseira é a Fusion de 48 MP, com uma teleobjetiva 2x integrada. O smartphone também marca o fim da linha SE e o fim definitivo da entrada Lightning, substituída pela USB-C. Outra descontinuação é o iPhone 14, que tinha o mesmo valor que a novidade da Apple, oferecido até então no site oficial. Com a chegada do iPhone 16e, a big tech lança seu tão esperado modem 5G interno, o C1, na tentativa de acabar com sua dependência da Qualcomm. O chip contribui para a maior duração da bateria do smartphone. O iPhone 16e estará disponível para pré-encomenda amanhã, a partir de US$ 599. (The Verge)

Buscando dar passos significativos na construção de computadores quânticos, a Microsoft diz que criou um novo estado da matéria usada em suas máquinas, um “qubit topológico”, que poderia ser usado para resolver problemas matemáticos, científicos e tecnológicos. Quando o chip é resfriado a temperaturas extremamente baixas, ele se comporta de maneiras incomuns e poderosas, sendo menos volátil. Este seria um novo trunfo na arquitetura de inteligências artificiais mais poderosas. Em dezembro, quando o Google revelou ter um computador quântico experimental, que levou cinco minutos para calcular o que a maioria dos computadores não conseguiriam em 10 setilhões de anos. (New York Times)

A inteligência artificial generativa já se consolidou como um avanço real dentro das corporações, mas seu potencial depende da forma como as empresas lidam com dados. Para Rodrigo Duclos, diretor de Inovação e Digital da Claro, a tecnologia será tão eficiente quanto a qualidade das informações que a alimentam. Apesar do grande interesse pela ferramenta, poucas empresas conseguiram escalá-la. O desafio, segundo Duclos, começa pela busca de dados, especialmente os não estruturados. Isso significa que as organizações precisam aprofundar seu conhecimento sobre serviços, clientes e processos, revendo a base de conhecimento que sustenta suas operações. Uma das estratégias para essa transformação é a inovação aberta, que permite a colaboração entre startups, fornecedores e clientes corporativos. (Próximo Nível)

Segundo o Índice Econômico Antrópico (AEI, na sigla em inglês), que analisou milhões de interações com a inteligência artificial Claude.ai, a tecnologia vem sendo usada mais para ampliar habilidades do que para substituir funções. O estudo aponta que 57% das interações com IA são voltadas para aprimorar aprendizado e refinar ideias, enquanto 43% focam na automação. Profissionais de áreas como desenvolvimento de software e criação de conteúdo já integram a IA no dia a dia, enquanto setores que exigem conhecimento altamente especializado ou trabalho manual ainda têm menor adesão. Outro dado relevante é que a IA é mais usada por profissionais com formação superior. (Poder360)

Fonte: Canal Meio (20/02/2025)

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