Hoje com notícias sobre acordo mundial de IA, YouTube com IA e computação gráfica
O Reino Unido e os EUA se recusaram a assinar um acordo sobre inteligência artificial durante uma cúpula global realizada em Paris, contrariando a posição de 60 países, como França, China e Índia. O documento defende o desenvolvimento da tecnologia de forma “aberta, inclusiva e ética”, além de abordar desafios como desigualdade digital e consumo energético da IA. Enquanto o governo britânico justificou sua decisão citando preocupações com segurança nacional e falta de clareza sobre governança global, o vice-presidente americano, JD Vance, defendeu uma abordagem menos rígida, argumentando que o excesso de regras poderia prejudicar o crescimento da indústria. (BBC)
A inteligência artificial será uma das prioridades do YouTube neste ano, segundo a carta anual de seu CEO, Neal Mohan. A plataforma investirá em novas ferramentas para criadores, como geração automática de ideias para vídeos, miniaturas personalizadas e tradução de idiomas. Quanto à dublagem automática, o recurso permitirá a adaptação de vídeos para múltiplos idiomas e será oferecido a todos os participantes do Programa de Parcerias do YouTube ainda este mês. (TechCrunch)
Grandes investidores em startups, incluindo o Google, da Alphabet, e o SoftBank, têm apostado que a computação quântica, muitas vezes considerada um experimento científico fantástico, está cada vez mais próxima de gerar aplicações abrangentes no mundo real. O Google e o Vision Fund do SoftBank são dois dos novos investidores da QuEra Computing, em uma rodada de financiamento de US$ 230 milhões para a startup sediada em Boston, cujo objetivo é tornar a computação quântica mais prática.

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