Hoje com notícias da Apple e Google na mira do CADE, uso de IA para interpretar dor de animais e 3 notas sobre segurança digital
As big techs estão voltando à mira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Apple e Google são alvo de três investigações brasileiras por práticas anticompetitivas nos sistemas iOS e Android, respectivamente. As ações podem resultar em multas e sanções e forçar uma mudança de conduta no mercado nacional. Em um movimento raro, o Cade marcou uma audiência pública para amanhã, que servirá para subsidiar três apurações. Duas são relacionadas ao Google, sobre o domínio do Android entre celulares e a cobrança de taxas de pagamentos em aplicativos baixados pela Play Store. A terceira analisa conduta semelhante da Apple, ao exigir uma comissão de pagamentos na App Store. (UOL)
Cientistas de diferentes instituições estão explorando o uso de inteligência artificial para interpretar emoções e sinais de dor em animais, segundo artigo publicado na Science. Um dos exemplos mais promissores é o Intellipig, um sistema desenvolvido por cientistas da Universidade do Oeste da Inglaterra e do Rural College da Escócia. A tecnologia analisa imagens dos rostos de porcos e alerta fazendeiros sobre sinais de dor, doença ou sofrimento emocional. Na Universidade de Haifa, em Israel, outra equipe está treinando IA para identificar desconforto facial em cães, baseada na ideia de que esses animais compartilham 38% dos movimentos faciais com humanos. (TechCrunch)
De olho na segurança digital. Segundo um relatório de 2024 da Imperva, quase 50% do tráfego online foi gerado por bots, o maior índice em uma década. No Brasil, os casos de fraude de identidade cresceram 830% entre 2022 e 2023, e 70% dos brasileiros dizem ter dúvidas sobre a veracidade do conteúdo que consomem. Com isso, o protocolo World se estabeleceu e propôs uma forma inédita de distinguir humanos de robôs na internet sem comprometer a privacidade dos usuários. A ferramenta utiliza o World ID, uma credencial digital anônima que permite comprovar a humanidade a partir de uma foto da íris, captada pelo dispositivo Orb, transformada em um código numérico único e impossível de rastrear. O processo é criptografado e armazenado de forma descentralizada, sem a coleta de informações pessoais. “A IA está redesenhando o nosso mundo, criando tanto oportunidades incríveis quanto desafios para as pessoas. Se não nos prepararmos agora com a infraestrutura necessária, será cada vez mais difícil distinguir quais ações são geradas por humanos e quais são automatizadas no ambiente digital”, alerta Tiago Sada, head de produto da Tools for Humanity, parceira do projeto. (World)
De acordo com o Relatório de Identidade Digital e Fraude 2024 da Serasa Experian, 48% dos brasileiros já desistiram de uma compra online por falta de confiança no site ou aplicativo. A insegurança está amparada na realidade: as tentativas de fraude ultrapassaram um milhão em novembro de 2024. Entre os principais receios estão o medo de adquirir produtos em sites falsos (41%), sofrer fraudes com dados pessoais (41%) e ter informações vazadas (37%). Diante desse cenário, cresce a busca por tecnologias de autenticação mais seguras. O uso de biometria física, como reconhecimento facial e impressão digital, saltou de 59% em 2023 para 67% em 2024, sendo considerada confiável por 71,8% dos entrevistados. (Mundo do Marketing)
Para ler com calma. Trabalhar de casa traz comodidade, mas também exige cuidados com a segurança digital. Segundo a Kaspersky, mais de 20% dos profissionais de TI apontam o vazamento de dados por funcionários como uma das principais ameaças às empresas. Confira 5 dicas para proteger o seu equipamento e a empresa em que você trabalha. (Terra)
Fonte: Canal Meio (18/02/2025)

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