quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

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Hoje com notícias da parceria T-Mobile e Starlink, e as fofocas sobre a recompra da OpenAI por Musk

A parceria da T-Mobile US com os satélites Starlink de Elon Musk para envio de mensagens de texto e uso de dados fora da rede custará aos clientes nos EUA US$ 15 por mês após um período de teste gratuito. O serviço está em modo beta agora e os usuários podem se inscrever online para participar, disse a empresa. Os usuários de outras operadoras, como a Verizon e a AT&T, também poderão experimentar o serviço T-Mobile Starlink em seus telefones existentes, se eles suportarem cartões SIM digitais. 

Um grupo de investidores liderado por Elon Musk apresentou uma oferta hostil de US$ 97,4 bilhões, cerca de R$ 564 bilhões, para adquirir a organização sem fins lucrativos que controla a OpenAI. A proposta, segundo o Wall Street Journal, foi formalmente entregue ao conselho da companhia pelo advogado de Musk, Marc Toberoff, na manhã de ontem. A oferta é a investida mais recente de Musk a uma organização que ele ajudou a criar há quase 10 anos. Em nota, o bilionário afirmou: “É hora de a OpenAI voltar a ser focada em código aberto e segurança como já foi”. A empresa de IA de Musk, a xAI, está envolvida na oferta, o que poderia, em caso de uma aquisição bem-sucedida, resultar na fusão das duas companhias. (Wall Street Journal)

Apesar de uma fonte afirmar que a criadora do ChatGPT ainda não viu a oferta, seu CEO, Sam Altman, já negou — de forma irônica — qualquer intenção de venda. “Não, obrigado, mas compraremos o Twitter por US$ 9,74 bilhões se você quiser”, postou no X. Musk respondeu, chamando Altman de “vigarista”. A oferta agrava uma disputa profundamente pessoal entre os dois pelo futuro da inteligência artificial. (New York Times)

A oferta ocorre em um momento crucial para a OpenAI, em que Altman tenta transformar a empresa em uma estrutura com fins lucrativos, levantar US$ 40 bilhões com uma avaliação de US$ 340 bilhões e lançar um projeto de infraestrutura de IA de US$ 500 bilhões. Para Musk, que cofundou a OpenAI com Altman em 2015, deixando-a em 2019, a oferta representa a sua jogada mais ousada até o momento para desafiar o que ele vê como uma traição da empresa à sua missão original de desenvolver a IA de forma segura e aberta, motivo pelo qual está atualmente processando a criadora do ChatGPT. (The Verge)

Ainda não está claro o quão sérios são o grupo de investidores integrado por Musk e suas intenções. Uma análise plausível que circula pela internet é que a oferta tanto pode ser real quanto fictícia. Alguns dizem que é uma tentativa de Musk de aumentar o preço que a equipe de Altman teria de pagar para comprar os ativos restantes da OpenAI para reestruturá-la a partir de seu estatuto original de organização sem fins lucrativos. (TechCrunch)

Fonte: Bloomberg e Canal Meio (11/02/2025)

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