Plano assistencial PAMA segue em déficit e preocupa com possível aumento da coparticipação no PCE
O equacionamento do déficit do PAMA, plano assistencial agregado ao antigo plano previdenciário PBS (atual PBS-A e outros PBS-patrocinadoras) da Sistel, no valor um pouco superior a R$ 1 bilhão, deveria ser efetuado somente pelas empresas patrocinadoras e não através do aumento da coparticipação, segundo o Acordo de Patrocinadoras firmado no final de 1999.
No passado não tão distante assim, um outro déficit foi coberto de maneira até hoje inacreditável com o superávit do PBS-A, mesmo havendo participantes que usufruíram do plano assistencial da Sistel lotados nas Fundações Atlântico e VisãoPrev e, pior ainda, de outros participantes do PBS-A que nem possuíam o PAMA, mas mesmo assim foram os participantes assistidos e as patrocinadoras quem pagaram aquele equacionamento.
Dessa vez a coisa parece que piorou e cogita-se que somente os assistidos usuários do plano, tanto na Sistel como na Atlântico e VisãoPrev, pagarão a conta através do aumento das coparticipações de uso, enquanto as patrocinadoras nada desembolsarão. Aqui fica uma pergunta: e o Acordo entre Patrocinadoras de 1999?
Voltando ao desempenho dos planos, vide a situação dos 5 planos analisados por este blog:
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