Hoje com notícias do WhatsApp, da Lei Match americana e da Paramount
O WhatsApp começou a implementar um recurso que permite conversas anônimas com a Meta AI, para permitir que os usuários acionem o chatbot sem que as mensagens sejam armazenadas ou visualizadas por terceiros. A novidade utiliza o modelo de linguagem Muse Spark e garante que o histórico desapareça automaticamente assim que o chat é fechado ou o telefone bloqueado, perdendo o contexto para futuras interações. De acordo com a empresa, o objetivo é oferecer um ambiente seguro para pensamentos íntimos ou dúvidas financeiras e de saúde. Além disso, a plataforma já desenvolve o Side Chat que possibilitará convocar o assistente de forma privada dentro de grupos para obter respostas, mas sem que os demais participantes vejam a interação. (TechCrunch)
Dias antes do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, Pequim prepara uma resposta à proposta legislativa americana que tenta isolar a indústria chinesa de semicondutores na corrida global pela inteligência artificial. Conhecida como Lei MATCH, a medida deve dominar as conversas entre as autoridades das duas maiores economias do mundo no encontro desta semana, na China. O projeto aprovado por uma comissão da Câmara dos Representantes endurece o controle sobre a exportação de tecnologias vindas de países como Japão e Holanda. Em reação, o governo chinês sinalizou contramedidas que incluem a criação de uma lista de entidades maliciosas e possíveis processos judiciais contra empresas que aderirem ao bloqueio. (Reuters)
A Paramount enviou uma carta ao procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, para defender a compra da Warner Bros por US$ 110 bilhões e mitigar os temores de Hollywood sobre o futuro do estúdio. No texto, a companhia se compromete a lançar pelo menos 30 filmes por ano com exclusividade de 45 dias nas salas de cinema para evitar que o conteúdo migre diretamente para o streaming. Muitos artistas e diretores temiam também cortes de empregos e a redução drástica na programação de filmes com a nova gestão de David Ellison. O negócio já recebeu o aval dos acionistas e agora enfrenta o escrutínio regulatório. (Yahoo Finance)
Fonte: Meio (14/05/2026)

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