Hoje com notícias do YouTube, Meta e as empresas de IA xAI, Microsoft e Google
O governo federal aumentou a classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos após nota técnica do Ministério da Justiça apontar a presença de conteúdos prejudiciais, como violência extrema e apelo sexual. A mudança faz parte do ECA Digital e agora vai exigir que a plataforma exiba o selo de recomendação em todas as suas interfaces, sob pena de multas que chegam a R$ 50 milhões. O documento cita especificamente as “novelas das frutas”, em que animações feitas com inteligência artificial viralizaram com aparência inofensiva, mas com conteúdos por vezes adultos, com temas sobre tráfico, violência doméstica e abuso. (g1)
A Meta passará a usar inteligência artificial para analisar fotos e vídeos em busca de pistas visuais no critério de altura e estrutura óssea para identificar e remover usuários menores de 13 anos do Facebook e do Instagram. A tecnologia estima a idade aproximada ao combinar a análise de imagem com termos em comentários e biografias que mencionem notas escolares ou aniversários. Caso o sistema identifique uma criança, a conta será desativada e o usuário precisará comprovar a idade legal para evitar a exclusão. A medida ocorre após o júri do Novo México condenar a empresa a pagar US$ 375 milhões por colocar menores em risco. Em paralelo, a companhia expandiu o recurso de Contas para Adolescentes para 27 países europeus e o Brasil garantindo perfis privados e restrições para mensagens diretas. (TechCrunch)
O governo Trump fechou um acordo com a xAI, a Microsoft e o Google para que as empresas compartilhem versões preliminares de seus programas de inteligência artificial antes que os modelos sejam disponibilizados ao público. A parceria permitiria, por exemplo, que o Centro de Padrões e Inovação em IA do Departamento de Comércio avaliasse capacidades e riscos de segurança nacional. A iniciativa amplia o modelo já adotado pela OpenAI e pela Anthropic no ano passado e ocorre enquanto a Casa Branca avalia uma ordem executiva voltada à segurança cibernética. (Wall Street Journal)
Fonte: Meio (06/05/2026)

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