terça-feira, 22 de julho de 2025

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias da Meta, Netflix e IA nas universidades americanas

A Meta se recusou a assinar voluntariamente o código de práticas de inteligência artificial da União Europeia por considerar um exagero que prejudicará as empresas, informou seu chefe de assuntos globais Joel Kaplan. Ele afirma que a “Europa está trilhando o caminho errado em relação à IA” e que o texto “introduz uma série de incertezas jurídicas para os desenvolvedores de modelos, bem como medidas que vão muito além do escopo da Lei de IA”. Entre as exigências, o código proíbe desenvolvedores de treinar IA em conteúdo pirateado e atende às solicitações dos proprietários de conteúdo para não usar suas obras em seus conjuntos de dados. (TechCrunch)

A Netflix disse ter usado pela primeira vez efeitos visuais criados por inteligência artificial generativa em uma de suas séries originais. O copresidente-executivo da companhia, Ted Sarandos, revelou que a ferramenta foi usada para criar uma cena de um prédio desabando na série argentina O Eternauta. Sarandos afirma que a tecnologia permitiu que produções com orçamentos menores usassem efeitos visuais avançados, como a sequência do desabamento do edifício que foi produzida 10 vezes mais rápido do que se tivessem usado ferramentas tradicionais de efeitos especiais. “O custo disso simplesmente não seria viável para um show com aquele orçamento”, garante. (BBC)

Para ler com calma. Há um abismo nas universidades dos EUA em relação à inteligência artificial. Enquanto o comando das instituições incentiva o uso dessas ferramentas, a maioria dos docentes, especialmente nas ciências humanas, o combate. Professora de escrita criativa em Yale, poeta e editora, Meghan O’Rourke mergulhou no mundo da IA e constatou três coisas: ela (ainda) não é capaz de escrever textos “autorais” de forma convincente; nas tarefas diárias “não criativas”, é uma auxiliar imprescindível; e a relação que se cria com essas ferramentas não é exatamente saudável. (New York Times)

Fonte: Meio (21/07/2025)

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