Hoje com notícias do ataque hacker que arrombou o BC, do Google e da Baidu
Após um ataque hacker, considerado o maior da história dentro do Banco Central, atingir a C&M Software, empresa responsável por conectar bancos ao sistema Pix, seis instituições financeiras ficaram sem acesso ao serviço. O montante desviado ainda é incerto, mas apurações variam entre R$ 100 milhões e R$ 800 milhões em contas reservas mantidas diretamente no Banco Central. O BC mandou desligar as conexões da C&M para conter o incidente, que não comprometeu dados sensíveis de clientes nem afetou o sistema da autarquia ou o Pix em geral. Duas instituições, o Banco Paulista e a BMP confirmaram o incidente, sendo que a primeira trabalhou com o BC para restabelecer o serviço e ressaltou que não houve impacto direto aos usuários; e a segunda destacou que o desvio envolveu apenas contas de liquidação entre bancos, cobertas com garantias, e que reservas de clientes permanecem intactas. (Globo e BBC)
Segundo um documento, o Google apresentou uma alternativa, apelidada de “Opção B”, em Bruxelas, uma semana antes de reunião importante com a Comissão Europeia, para reduzir acusações de favorecer serviços próprios como o Google Shopping, Hotels e Flights. A proposta inclui adicionar, logo abaixo da caixa de busca vertical, outra seção com links gratuitos para fornecedores externos de hotéis, restaurantes, companhias aéreas e transportes, buscando oferecer mais espaço para a concorrência sem incluir fontes exclusivas do Google. A big tech destaca que já implementou “centenas de alterações” para se adequar à Lei de Mercados Digitais, mas afirmou que algumas exigências podem prejudicar a experiência dos usuários europeus. (Reuters)
A gigante chinesa Baidu apresentou o MuseSteamer, seu novo modelo de geração de vídeos com IA, que liderou o ranking global VBench I2V com 89,38% de precisão. Capaz de transformar uma única imagem em vídeos de 10 segundos com qualidade 1080p, o sistema foca em realismo ao incluir microexpressões detalhadas e movimentos de câmera sofisticados. Lançado junto à plataforma Huixiang, que oferece uma interface acessível, o modelo aposta na criação colaborativa ao integrar elementos visuais, sonoros e narrações humanas, mirando a profissionalização da geração de conteúdo audiovisual por inteligência artificial. (Tech In Asia)
Fonte: Meio (03/07/2025)

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