Hoje com notícias da Starlink, Samsung, Google e sobre a inovação com a polilaminina
No que pode ser a maior reconfiguração orbital da história, a Starlink planeja reposicionar cerca de 4.400 satélites para uma órbita mais baixa ao longo de 2026, reduzindo a altitude operacional de 550 para 480 quilômetros. A decisão está ligada à aproximação do Mínimo Solar, fase do ciclo do Sol em que a atmosfera terrestre se contrai, diminuindo o arrasto aerodinâmico que ajuda a remover satélites inativos da órbita. Em altitudes maiores, equipamentos desligados podem permanecer anos no espaço, elevando o risco de colisões. Ao operar abaixo de 500 quilômetros, a empresa acelera o retorno natural desses objetos para poucos meses e passa a atuar numa faixa menos congestionada da órbita baixa. (Globo)
A Samsung quer dobrar em 2026 o número de dispositivos com Galaxy AI, sua suíte de inteligência artificial integrada, em parceria com o Gemini do Google. O plano é chegar a 800 milhões de aparelhos, incluindo celulares, tablets, TVs e eletrodomésticos. A ofensiva mira também reconquistar espaço perdido para a Apple e conter rivais chineses, ao aplicar IA em todos os produtos e serviços da marca. Enquanto isso, a escassez global de chips de memória eleva os lucros do setor de semicondutores da empresa, mas pressiona os smartphones, sua segunda principal fonte de receita. (Reuters)
O Google começou a levar sua inteligência artificial Gemini para a TV. Apresentados na CES 2026, os novos recursos do Gemini para o Google TV permitem conversar com a TV para buscar programas, receber resumos de séries, pedir recomendações em linguagem natural e até ajustar configurações como brilho e áudio sem navegar por menus. A empresa também aposta no uso educacional da tela grande, com explicações narradas e interativas sobre diferentes temas, além de ferramentas para pesquisar, editar e “reimaginar” fotos e vídeos da biblioteca do Google Fotos. A novidade começa a chegar a modelos selecionados da TCL e será expandida gradualmente. (TechCrunch)
Estudada há mais de 20 anos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal, recebeu autorização da Anvisa para estudo clínico de fase 1. A substância será aplicada em cinco pacientes de idades entre 18 e 72 anos, com lesões agudas completas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10. A fase de testes deve avaliar a segurança para uso em humanos, podendo chegar à fase 3, quando é analisada a eficácia do tratamento. (g1)
Fonte: Meio (06/01/2026)

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