Mais de 38 mil orelhões funcionando ou inativos serão retirados, exceto no PR
Aparelhos quase indispensáveis para a comunicação no passado, mas hoje praticamente obsoletos com a difusão dos celulares, os orelhões estão com os dias contados. Mais de 37 mil aparelhos — que ainda funcionam ou não — serão removidos das ruas de diversas cidades brasileiras.
A retirada começa a ser feita em 2026, já que se encerraram no ano passado as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pelos aparelhos: Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefônica. Com isso, elas não têm mais a obrigação de manter telefones fixos e orelhões nas ruas.
Em contrapartida, as empresas seguem com o compromisso de manter a oferta de serviços de telecomunicação por voz (incluindo os orelhões), em regime privado, por meio de quaisquer tecnologias, em locais em que as empresas forem as únicas prestadoras presentes, até 31 de dezembro de 2028.
A Oi foi primeira prestadora a começar a adaptação e retirada dos orelhões. A Anatel deve divulgar em breve mais detalhes de como será com os aparelhos da Algar, Claro e Telefônica.
Já a Sercomtel, única tele que ainda não migrou para regime privado, deve manter todos os orelhões em sua área de concessão, que inclui municípios de Londrina e Tamarana, no Estado do Paraná, até que a adaptação para o regime privado seja realizada.
Fonte: InfoMoney (19/01/2026)
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