quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias de melhorias nos apps da Meta e no Apple Watch no Brasil

A Meta vai testar novas assinaturas que darão mais produtividade e criatividade, além de recursos expandidos de IA aos usuários de Instagram, Facebook e WhatsApp. A companhia revelou ao TechCrunch que nos próximos meses vai oferecer uma experiência premium em seus aplicativos dando aos assinantes acesso a recursos especiais e maior controle sobre como compartilham e se conectam, mantendo as funcionalidades principais gratuitas. A big tech também pretende integrar o Manus, seu recém-comprado modelo de IA, aos seus produtos, enquanto continua vendendo assinaturas independentes para empresas. Os novos serviços serão independentes do Meta Verified, mais voltado para criadores de conteúdo e empresas. (TechCrunch) 

O WhatsApp lançou uma atualização nesta terça-feira, que oferece um modo avançado de segurança, permitindo aos usuários optar por proteções mais robustas contra ataques cibernéticos raros e altamente sofisticados em troca de uma experiência mais restritiva. Chamada de “Configurações rigorosas da conta”, a nova opção permite o bloqueio de mídias e anexos de remetentes desconhecidos e a desativação da pré-visualização de links, além de silenciar chamadas de contatos desconhecidos. A Meta é a terceira big tech a oferecer serviços avançados de segurança, depois de Apple e Alphabet. (Reuters)

Após aprovação da Anvisa, a Apple liberou nesta terça-feira as notificações de pressão alta para usuários do Apple Watch no Brasil. O recurso promete identificar sinais de pressão alta após 30 dias de uso do smartwatch e alertar o usuário que ainda não teve um diagnóstico para a doença. O dispositivo utiliza o sensor óptico para verificar como os vasos sanguíneos respondem ao batimento cardíaco, enquanto o algoritmo avalia os dados. A tecnologia foi testada com mais de 100 mil participantes e validada em estudos clínicos. Os resultados mostraram que metade dos pacientes avaliados tinham pressão alta sem diagnóstico. (g1)

Fonte: Meio (28/01/2026)

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