sexta-feira, 13 de março de 2026

TIC e IA: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias sobre segurança nos apps da Meta, YouTube segue com conteúdo misógino e nova IA não LLM 

A Meta anunciou o lançamento de novas camadas de segurança para o Facebook, Messenger e WhatsApp, focadas em interceptar golpes antes mesmo da interação inicial do usuário. No WhatsApp, a principal novidade é um alerta detalhado contra tentativas de vinculação indevida de aparelhos, tática comum em que criminosos usam falsos concursos ou QR Codes para espelhar contas alheias. Já no Facebook e Messenger, a empresa está testando avisos para solicitações de amizade suspeitas e expandindo o uso de inteligência artificial para analisar padrões de conversas com novos contatos, como ofertas de emprego fraudulentas. (The Verge)

Em outra frente, o WhatsApp também lançou nesta quarta-feira contas monitoradas para menores de 13 anos, permitindo que os pais controlem contatos, grupos e solicitações de mensagens de seus filhos. O recurso exige supervisão adulta direta e estabelece configurações rígidas de privacidade para restringir a exposição dos pré-adolescentes na plataforma. (Reuters)

Um levantamento do NetLab, da UFRJ, revelou que ao menos 123 canais brasileiros dedicados à disseminação de conteúdo misógino continuam ativos no YouTube, somando mais de 23 milhões de inscritos. Mesmo após o mapeamento inicial em 2024, apenas 14 canais foram removidos, enquanto a audiência desses espaços cresceu 18,5% no último ano, impulsionada por estratégias de monetização. Os pesquisadores destacam que, além do discurso de ódio direto, os criadores utilizam códigos e termos dissimulados para escapar da moderação, promovendo uma ideologia de subjugação feminina que ganha força especialmente entre o público jovem. (UOL)

A AMI Labs, nova empresa cofundada por Yann LeCun após sua saída da Meta, captou US$ 1,03 bilhão para desenvolver uma inteligência artificial que aprende com a realidade física em vez de apenas com a linguagem. Com uma avaliação de US$ 3,5 bilhões, a startup aposta na arquitetura JEPA, um modelo que tenta imitar o aprendizado humano ao observar o mundo e prever consequências físicas, evitando as alucinações e erros lógicos comuns nos modelos baseados em texto como o ChatGPT. O projeto recebeu apoio de gigantes como Nvidia e Samsung, além de nomes como Jeff Bezos e Eric Schmidt. (TechCrunch)

Fonte: Meio (12/03/2026)

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