quinta-feira, 19 de março de 2026

TIC e IA: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital



Hoje com notícias da Amazon, xAI/ Grok e evolução da IA com agentes

Em uma clara tentativa de vencer a concorrência com o Walmart, a Amazon anunciou a expansão de seu serviço de entrega ultrarrápida para prazos de uma a três horas nos Estados Unidos. O novo sistema, que abrange desde grandes metrópoles como Chicago até cidades menores, foca em um catálogo de 90 mil produtos, incluindo itens essenciais e brinquedos. Para viabilizar a agilidade, a companhia reorganizou seus centros de distribuição com áreas exclusivas de triagem e novas sinalizações para os entregadores. A conveniência custará entre US$ 4,99 e US$ 9,99 adicionais por pedido para assinantes da Amazon Prime, enquanto clientes sem assinatura pagarão taxas que chegam a quase US$ 20. (Reuters)

A xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, foi processada na Califórnia por três adolescentes que acusam a companhia de facilitar a criação de pornografia infantil. A denúncia detalha como o chatbot Grok foi utilizado para gerar imagens sexualmente explícitas de jovens mulheres, algumas menores de idade, a partir de fotos comuns como registros de anuários escolares. O processo foca no controverso modo apimentado da ferramenta, lançado no ano passado e usado para despir digitalmente desde celebridades até usuários anônimos. Enquanto a denúncia alega que Musk ignorou os riscos para impulsionar o uso da plataforma X, autoridades nos EUA e na Europa também intensificam investigações sobre a responsabilidade das empresas no controle de deepfakes gerados por IA. (BBC)

Para ler com calma. O analista Ben Thompson defende que os investimentos em inteligência artificial em 2026 não se tratam de uma bolha, mas uma mudança de paradigma impulsionada pelos agentes autônomos. Após as fases do ChatGPT e do raciocínio lógico, os sistemas executam tarefas complexas e verificam resultados sem intervenção humana, como o Opus 4.5. Esse avanço justificaria os gastos bilionários em infraestrutura, já que a demanda agora parte de máquinas operando continuamente, e não apenas de usuários casuais. No setor corporativo, a integração entre modelos e software cria uma nova cadeia de valor, onde a produtividade extrema deve forçar empresas a trocarem estruturas inchadas por forças de trabalho menores e altamente automatizadas. (Meio) 

Fonte: Meio (18/03/2026)

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