Hoje com notícias da Anthropic, acordo Microsoft- Anthropic e do novo Google DeepMind
A Anthropic processou o governo americano após o Pentágono classificar a empresa como uma ameaça à segurança nacional e proibir o uso da tecnologia Claude em fins de defesa. Na petição, a Anthropic alega ser alvo de uma campanha ilegal de retaliação que viola a Primeira Emenda e ignora procedimentos administrativos, colocando em risco centenas de milhões de dólares em contratos. O impasse surgiu após meses de negociações sobre limites éticos, com a empresa exigindo garantias contra o uso da IA em armas letais ou vigilância em massa, enquanto o governo defendia o uso irrestrito da ferramenta em simulações e alvos militares. (NBC News)
Aliás, a Microsoft anunciou a integração da tecnologia da Anthropic ao seu ecossistema Copilot, uma manobra estratégica para atender à demanda por agentes autônomos e também acalmar investidores após a volatilidade das ações de software em fevereiro. Com isso, foi apresentado o Copilot Cowork, ferramenta baseada no modelo Claude Cowork, capaz de automatizar tarefas complexas como a criação de aplicativos e planilhas com supervisão humana mínima. (Reuters)
Para ler com calma. A corrida para criar uma inteligência artificial geral (AGI), aquela que possui capacidade de aprender e aplicar conhecimento em uma ampla variedade de tarefas, igualando ou superando a inteligência humana, ganhou um novo capítulo com o Google DeepMind assumindo a liderança em testes de raciocínio abstrato. O modelo Gemini 3 Pro conseguiu superar a OpenAI e a Anthropic no benchmark ARC-AGI, que desafia as máquinas a resolverem problemas inéditos e foca na capacidade de lógica pura em vez de apenas repetir dados de treinamento. No entanto, a movimentação da indústria agora aponta para a inteligência encarnada, onde o grande objetivo é tirar a IA das telas e a levar para o mundo físico através de androides. (Exame)
Fonte: Meio (10/03/2026)

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