Está marcado para terça-feira, na Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o julgamento que selará a falência da Oi
Os desembargadores julgarão o mérito dos recursos movidos por grandes credores da operadora, como Itaú e Bradesco.
Esses recursos dos bancos suspenderam liminarmente a falência da Oi, que havia sido decretada ainda no ano passado. A partir da falência decretada, os ativos da companhia serão liquidados.
A relatora do caso, desembargadora Mônica Di Piero, e pelo menos um dos desembargadores que pediu vista do processo, são votos garantidos pela falência.
A Oi foi criada originalmente em 1998 (ainda sob o nome Telemar) com a privatização do antigo sistema Telebrás. Teve nestes quase 30 anos uma trajetória errática, quase sempre envolta em crises e escândalos.
Fonte: O Globo e Lauro Jardim (22/08/2026)
Nota da Redação: Em termos da Fundação Sistel, as grandes dúvidas pós falência Oi são:
- como ficará a nova partição de responsabilidades entre as patrocinadoras solidárias remanescentes dos planos PBS-A e PAMA?
- como ficará o equacionamento do déficit da PAMA em 2025, no valor de R$ 1,1 bilhão, sem a presença da Oi?
- como ficará a nova composição dos conselhos da Sistel com a saída da Oi da governança da Sistel?
- a falida Oi seguirá recebendo as parcelas dos superávits do PBS-A em distribuição referentes aos dois pacotes anos 2020/1 e 2022/3, esse último pacote previsto para pagamento até agosto de 2028?
- e o superávit do PBS-A de 2024, ainda em análise na Previc, contará com a reversão para a Oi?
- como ficarão os planos da Fundação Atlântico, em que a Oi é patrocinadora de todos eles?
- qual a situação dos empregados e ex da Oi?
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