terça-feira, 3 de março de 2026

TIC: As principais notícias relacionadas ao cotidiano digital

 


Hoje com notícias da Paramount, OpenAI e a falta de memórias RAM 

A Paramount Skydance venceu a disputa pela Warner Bros. Discovery (WBD) após a Netflix desistir da corrida. O negócio foi consolidado após a Paramount apresentar uma oferta de US$ 111 bilhões, superando a proposta anterior da Netflix de US$ 83 bilhões, que focava apenas nos ativos de estúdio e streaming. Diante do novo valor e da oferta da Paramount — que inclui a totalidade da empresa, incluindo a CNN e canais a cabo — a diretoria da Netflix declarou que o negócio deixou de ser “financeiramente atraente”. Depois da desistência, as ações da Netflix subiram quase 14%. (New York Times)

A OpenAI fechou um acordo com o Pentágono para disponibilizar seus modelos de inteligência artificial em redes classificadas do Departamento de Defesa. Segundo o CEO da empresa, Sam Altman, o contrato inclui salvaguardas contra vigilância doméstica em massa e reforça o princípio da responsabilidade humana no uso da força, inclusive em sistemas autônomos. Foi exatamente por essa razão que a Anthropic decidiu negar ao Pentágono o acesso irrestrito ao seu sistema de inteligência artificial, o Claude. Com a recusa, o presidente Donald Trump determinou a suspensão imediata do uso da tecnologia da Anthropic por todas as agências federais dos Estados Unidos. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, anunciou que irá classificar a empresa como “risco à segurança nacional na cadeia de suprimentos”. O desfecho pôs fim a meses de tensão entre a Anthropic e o governo americano. (NBC)

Com a corrida da inteligência artificial por memória RAM, o mercado de smartphones pode ter um efeito colateral negativo. Segundo a empresa de análise IDC, a escassez do componente deve derrubar as vendas globais de celulares em até 12,9% neste ano, no pior tombo anual em mais de uma década, previsão semelhante à da Counterpoint. A consultoria estima que os embarques cairão de 1,26 bilhão para 1,12 bilhão de unidades, enquanto o preço médio deve subir 14%, para US$ 523. Modelos de entrada tendem a ser os mais afetados, com retração de até 20% no segmento abaixo de US$ 200, pressionando fabricantes de baixo custo e acelerando a consolidação do setor. A normalização da oferta de memória é esperada apenas a partir de 2027. (TechCrunch)

Fonte: Meio (02/03/2026)

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