Hoje com notícias do Discord, proibição de menores nas redes sociais e da Netflix
O Discord apresentou um recurso contra a suspensão de lives determinada pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), pedindo um efeito suspensivo imediato e a anulação da medida. Segundo a defesa da empresa, a ANPD não teria competência legal para determinar a suspensão sob o ECA Digital, já que a lei atribuiria esse tipo de restrição ao Judiciário, não a uma autoridade administrativa. O Discord também argumenta que a punição atinge famílias, estudantes e empresas sem relação com condutas ilícitas. Como alternativa, a empresa propôs converter a suspensão em um Plano de Conformidade com cronograma técnico, ou formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta com a agência. (g1)
O governo da Nova Zelândia vai apresentar ao parlamento um projeto de lei que proíbe menores de 16 anos de usar redes sociais, como o TikTok, Instagram, Snapchat e Facebook. No projeto, as plataformas teriam a responsabilidade de verificar a idade dos usuários e as empresas que descumprissem poderiam levar uma multa de até 10% da receita global, em um patamar maior que o aplicado na Austrália, por exemplo. Mas a proposta enfrenta resistência dentro do próprio governo, já que dois partidos de coalizão já declararam que vão votar contra a medida. (BBC)
Para ler com calma. A Netflix, mesmo se mostrando historicamente resistente a integrar concorrentes à própria plataforma, discutiu recentemente com a NBCUniversal e a Fox Corporation a possibilidade de trazer o Peacock e a Fox One para seu serviço, segundo fontes. A empresa já deu um primeiro passo nessa direção em junho, ao incluir a programação da emissora francesa TF1 em seu catálogo local. O movimento acompanharia uma tendência do setor de streaming, liderada por Amazon, YouTube e Roku, de tentar se tornar uma plataforma única de acesso a diferentes serviços. (New York Times)
Fonte: Meio (25/08/2026)

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