O reajuste de preços de medicamentos, que passa a valer a partir de 1º de abril,deverá variar entre 1,9% e 4,6%.
💊 Panorama: O cálculo foi feito a partir dos fatores moderadores divulgados pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).
- O fator de produtividade será de 2,683%.
- O valor Y, foi equiparado a zero.
- Embora ainda não divulgado, o outro fator, batizado de Z, também deverá ser equiparado a zero.
- Os fatores serão aplicados à variação do IPCA.
Embora a variação de 12 meses ainda não esteja completa, é possível fazer algumas projeções.
- Desta forma, contabilizados os valores atuais, os produtos que enfrentam maior concorrência, os de nível 1, terão reajuste estimado de até 4,6%.
- Os que integram o mercado de concorrência intermediária, classificados como nível 2, terão uma previsão de aumento em torno de 3,25%.
- Já aqueles de nível 3, que são os de menor concorrência, terão aumento máximo estimado em até 1,9%.
Por que importa: A divulgação dos fatores moderadores é aguardada desde outubro.
- O mercado de medicamentos tem os reajustes definidos pela CMED.
- A regra vale para quase todos os produtos — com exceção de fitoterápicos, remédios homeopáticos e isentos de prescrição com alto índice de concorrência —, e o reajuste é anual.
- Os valores estabelecidos, contudo, fixam apenas o teto.
- “É comum que o consumidor encontre medicamentos com desconto sobre o valor do preço máximo”, afirmou ao JOTA o secretário executivo da CMED, Mateus Amâncio.
- O presidente do Sindusfarma, Nelson Mussolini, havia afirmado ao JOTA que, sem as informações, a indústria não conseguiria fazer o planejamento para 2026, a partir do segundo trimestre.
Fonte: Jota (10/02/2026)
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